A CPTM publicou nesta segunda-feira, 03, a licitação para desmontagem e remoção para local seguro da passarela metálica da Rua do Bucolismo.
A estrutura metálica se localiza entre as estações Luz e Brás e foi implantada pela companhia inglesa São Paulo Railway. Ela possui 24,4 metros de comprimento e 2,8 metros de largura com peso aproximado de 49 toneladas.

A passarela está interditada devido seu alto grau de degradação. É possível observar corrosão em vários pontos. Em alguns trechos as escadas metálicas simplesmente cederam. A estrutura em concreto está em processo de desplacamento.
A CPTM alega que a remoção visa garantir a segurança operacional das linhas 10 e 11, bem como proceder com o restauro da estrutura que será executada posteriormente.

A remoção da passarela deverá ocorrer dentro de dois meses após apresentação dos planos de ação por parte da empresa contratada e consequente aprovação pela CPTM. A sessão para o processamento da licitação ocorrerá no dia 18 de fevereiro.
Uma vergonha a CPTM deixar a passarela chegar nesse estado. E uma galera fica com briguinha de torcida entre público x privado. Incompetência é mato.
Essa o patrimônio histórico não mandou preservar?
um patrimônio que só agora qdo está quase para cair em cima de algum trem eles vão retirar, só espero que realmente possa ser restaurada e utilizada novamente é um patrimônio histórico sobre uma parte do transporte público.
Tira uma foto e põe no museu. Não tem nenhum valor histórico esse criadouro de tétano.
Uma passarela destas não tem utilidade nos dias atuais onde as exigências de segurança são muito diferentes da época em que foi construida. Mesmo se for restaurada, precisará sofrer tantos acréscimos para garantir a segurança nos moldes atuais, que descaracteriza completamente a estrutura original. Se restaurarem, devem instala-la em algum parque com suas características estruturais originais, mas a pouca altura para não haver risco de queda de pedestres, uma vez que naquela época não havia preocupação de pedestres pularem o corrimão, como o ser humano maluco de hoje em dia faz.