Empresários da região da Mooca se reúnem com Ricardo Nunes sobre a Linha 16-Violeta
Associação pede a alteração do local escolhido para o pátio da linha metroviária, o que pode resultar na desapropriação de galpões e empresas
A definição do local exato para o futuro pátio de trens da Linha 16-Violeta do Metrô segue em debate e pode ter novidades em breve.
O último capítulo deste assunto foi uma reunião realizada na última segunda-feira, 8, na sede da Prefeitura de São Paulo, com representantes da associação de empresários da Mooca, o prefeito Ricardo Nunes e o secretário de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini.
O principal objetivo do grupo é a mudança do ponto do pátio, hoje planejado para ser erguido ao longo da Avenida Henry Ford,e assim evitar desapropriações e a realocação de empresas instaladas ali.
De acordo com Anderson Festa, presidente da associação, o desenvolvimento de São Paulo deve combinar a expansão do transporte com a preservação econômica das regiões impactadas, como no caso, o bairro da Mooca.
A associação apresentou para Nunes e Benini, o seu ponto de vista sobre a presença do pátio, e segue buscando alteração do ponto pré-definido.

Apesar de classificar o encontro como um “importante avanço no diálogo”, a Associação Av. Henry Ford, não forneceu detalhes do abordado na conversa. Em comunicado anterior, o grupo citou um terreno que pertenceu à fábrica da cervejaria Antárctica como opção.
Até o presente momento, no entanto, o estudo entregue pela Acciona definiu a região da Avenida Henry Ford como ponto do pátio dos trens, e a batida de martelo sobre o tema deve ocorrer nos próximos meses com avanços do projeto.
Sobre a Linha 16-Violeta

A Linha 16-Violeta na sua primeira fase contará com 16 estações e 19 km de trilhos, ligando a Teodoro Sampaio a Abel Ferreira. Seu projeto será executado pela iniciativa privada, onde o leilão definirá a construtora responsável pela operação do serviço.
