Estação “Lapa-Senac” da Linha 8-Diamante surge em mapa da rede sobre trilhos
Atualização de abril de 2025 incluiu a nova Estação Ambuitá da Linha 8-Diamante. Empresas públicas de transporte e a STM foram removidas do rodapé nesta nova versão
O Mapa do Transporte Metropolitano foi atualizado neste mês de abril de 2025 e trouxe uma novidade inesperada, a estação “Lapa – Senac”.
A mudança envolveu apenas a Estação Lapa da Linha 8-Diamante, operada pela ViaMobilidade – a parada da Linha 7-Rubi está nas mãos da CPTM e será repassada à TIC Trens em novembro.
A renomeação não foi divulgada pela concessionária, mas a prática de venda de naming rights tem se tornando uma tendência no setor metroferroviário.
Nesse sentido, as concessionárias privadas também têm o direito de explorar o nome das estações. A própria ViaMobilidade estaria negociando a venda dos direitos da estação Berrini, da Linha 9, para as Casas Bahia.
Curiosamente, no caso de Lapa, a empresa já conta com uma estação em parceria com o Senac, Jurubatuba. Nesse sentido, a Estação Lapa estar associada com a marca é uma surpresa, já que nenhuma mudança havia sido anunciada previamente.

Estação Ambuitá
A nova versão do mapa também revela alterações em outras partes. A estreante Estação Ambuitá, que foi entregue em abril, agora está inclusa no mapa de transporte metropolitano.
Localizada na extensão operacional da Linha 8-Diamante, a nova parada foi a primeira construída por uma concessionária privada em São Paulo.
Agora a extensão operacional conta com três estações com entrada gratuita. A estação opera em regime assistido com funcionamento das 4h até as 0h.

Mudança no Rodapé
Uma mudança que pode passar despercebida – mas que tem seu simbolismo – é a retirada das empresas públicas do rodapé do mapa metropolitano.
Anteriormente constavam a CPTM, EMTU, Metrô e a Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Todas essas instituições foram removidas da nova versão.

Em seu lugar consta unicamente a marca do governo do estado de São Paulo. Apesar da mudança ser simples, ela mostra, de certa maneira, um protagonismo cada vez menor das empresas públicas e da própria STM, que vem perdendo força nos últimos meses.
