Estação Vila Prudente ganha mais seis escadas rolantes na integração entre as linhas 2 e 15

Reforma ampliou área de ligação entre os dois ramais, já prevendo a extensão da Linha 2-Verde até Penha
Novo conjunto de escadas rolantes da estação Vila Prudente
Novo conjunto de escadas rolantes da estação Vila Prudente (CMSP)

O Metrô de São Paulo abre nesta quinta-feira, 11, uma nova facilidade de interligação entre as linhas 2-Verde e 15-Prata, na estação Vila Prudente.

Nessa etapa serão liberadas seis novas escadas rolantes a partir das 18 horas. São dois conjuntos de três escadas por pavimento e que devem facilitar o deslocamento dos passageiros entre os dois ramais.

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A reforma e ampliação da estação foi contratada pelo Metrô por R$ 56,7 milhões e também prevê outra melhorias como maior espaço de circulação, novas escadas na plataforma oeste da Linha 2 além de canais extras de ventilação interna,

A companhia já entregou parte dessas reformas como os novos sanitários públicos na área de interligação e a readequação da entrada pela Rua Cavour – o local também teve a iluminação reforçada.

Ainda seguem em obras a instalação de novas escadas fixa e rolante na plataforma leste (sentido futura estação Penha) da estação da Linha 2-Verde. Estão feitas readequações de salas operacionais e liberação de uma nova área para lojas e serviços.

Novas escadas rolantes de Vila Prudente
Novas escadas rolantes do acesso oeste de Vila Prudente (CMSP)

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10 comments
  1. Dois conjuntos de 3 escadas para dois pavimentos? Mas entre a L2 e L15 tem 4 pavimentos (desconsiderando o nível da plataforma de cada linha). Vão aumentar a capacidade de um pavimento e ignorar os outros dois? Isso não gera uma superlotação nos pavimentos que tem as escadas antigas? Ou terão novas escadas inauguradas em breve?

    1. Davi, estas escadas vão do pavimento 1 para o 2 e do do para o 4, a ultima é um pouco mais longa.

  2. Nessa transferência me sinto na INGLATERRA, tudo invertido. Quem vai sentido linha verde precisa desviar de quem vem sentido linha Prata( ocorre pela manhã e pela tarde).Não existe nenhum controle de fluxo, os seguranças a maioria das vezes ficam escondidos trocando idéia e focados em seus celulares, enquanto ambulantes e pedintes tão fazendo a festa na cara deles.

    É um absurdo, isso é inaceitável.

    Se não houver direcionamento de fluxo aos passageiros não vai adiantar nada novas escadas rolantes.

    Ninguém fiscaliza isso?

    1. Ambulante e pedinte na transferência? Uso a estação todos os dias e nunca vi…

      Quanto ao encontro de fluxos é inevitável, acontece em todas as estações de transferência e mesmo quando tentam fazer alguma coisa, como por exemplo em LUZ e CONSOLAÇÃO em que há os direcionadores para limitar a circulação, sempre tem os “espertinhos” que pulam as grades, ignoram os direcionadores e vão no sentido “contrário”.

  3. Esta escadaria é um paliativo, pois a Estação Vila Prudente deveria estar com os dias contados para ser Terminal, hoje para alguém que tenha o entendimento do porque a engenharia fantasiou e não deu o prosseguimento de se fazer da Estação do Ipiranga um amplo Polo Intermodal uma vez que a linha que a MRV quer se apossar a “Segregação Sudeste” da CPTM possui o significado claro que todos aqueles projetos fantasiosos e melhorias mencionados na foram uma cortina de fumaça para iludir os incautos com promessas falaciosas de mobilidade e sim visava a implantação de uma nova via de trens de carga entre Brás e Rio Grande da Serra, e contrariando o cambalacho dos “planejadores” afeta e muito a operação da CPTM, pois já existe uma via central ociosa que vai de Mauá até o Brás.
    Quaisquer estações metrô ferroviárias que englobarem as características de possuírem mais de uma linha em seu trajeto e por possuírem um fluxo e movimentação de mobilidade e integração muito acima de outras devem ter uma prioridade, esta Estação Ipiranga é um exemplo prático onde este conceito deveria ser aplicado.
    Os problemas maiores do projeto são as questões da integração, funcionabilidade, acessibilidade e intermodalidade, comprovadamente inferiores lembrando ao que está sendo feito em Tamanduateí, pois não é que resolveram procrastinar de novo, e ainda não será desta vez e a população desfrutara daquele um amplo e moderno Polo Intermodal ou Terminal “Hubber”, descongestionando a Linha 2-Verde e o Projeto de Intervenção Urbana (PIU) no Ipiranga unificado prometido com inumeráveis utilidades e englobava as terminações das Linhas 5-Lilás e 15-Prata com amplo acesso a ociosa linha central da CPTM e que sempre aparecem em papel nas maquetas ilustrativas como as do Pari, Alto da Mooca, São Carlos, Bom Retiro, Água Branca entre outras NÃO será edificado, pois este atual projeto não possuirá aquelas benfeitorias e sim será uma estação simples com acesso a velha estação Ipiranga, com a população sendo ludibriada mais uma vez!

    1. No mundo defendido pelo Leoni (tecnocracia), o governo deveria construir o metrô em detrimento dos demais investimentos públicos. Imagine uma São Paulo com metrô e sem escolas, hospitais, delegacias, mercados públicos, parques, etc.

      Ainda bem que o “sonho tecnocrata” nunca se concretizou.

  4. Ivo, praticamente na totalidade dos meus comentários nunca inverti as prioridades de quaisquer múltiplas linhas novas sem concluir as existentes, este Polo Intermodal ou Terminal “Hubber”, o Projeto de Intervenção Urbana (PIU) em Ipiranga da CPTM unificado englobando as terminações das Linhas 5-Lilás e 15-Prata com acesso a linha central da CPTM foi matéria publicada neste site pelo Jean.
    Por conta deste projeto da “Segregação Sudeste” MRV quer se apossar significa além de uma pá de cal neste empreendimento por conta de promessa de campanha não concluída do Ferroanel em mais um compromisso assumido mal elaborado, e o porque você desdenha dos benefícios e critica o Serviço-710 sem fundamento algum.
    E ainda recentemente com relação ao prazo de 8 anos para implantação do TIC para Campinas em sinuosa via Singela com grandes interferências e imperfeições nos subterrâneos e a grande dificuldade de escavação por máquinas uma vez que não existem plantas atualizadas, transtornos e as possibilidades de romper cabos, aterramento, tubulações em locais com edificações existentes são grandes além de minimizar a construção de túneis, pontes, viadutos, passarelas, teve um engenheiro que reclamou esquecendo que o projeto se originou lá!!!

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