Estudos para a concessão das linhas de Metrô de São Paulo se intensificaram em 2024
Foram realizadas reuniões e visitas técnicas para inspecionar o estado das linhas atuais. Objetivo é realizar a concessão do primeiro bloco de linhas para a iniciativa privada em 2026, mas tempo é curto
O governo de São Paulo está avançando com o projeto de modelagem da concessão das linhas do Metrô de São Paulo. Sob responsabilidade da Secrtaria de Parcerias em Investimentos, o projeto conta com apoio da Companhia Paulista de Parcerias e do IFC (International Finance Corporation).
A modelagem da concessão do Metrô ganhou mais intensidade a partir de 2024. As atividades foram marcadas pela realização de diversas reuniões e a revisão dos produtos que subsidiarão a modelagem da futura parceria com a iniciativa privada.
O GESP pretende conceder as linhas em operação com empreendimentos a serem construídos.

Dentre os principais serviços de apoio realizados estão a comunicação e elaboração de ofícios ao Metrô, bem como a resposta de demandas encaminhadas pela SPI e TCE.
Foram realizados estudos específicos sobre a situação da Câmara de Compensação (Clearing House). A análise envolve a compreensão e divulgação das características macro operacionais de financiamento do sistema metroferroviário.
Reuniões de diligência preliminar, visando analisar a situação atual dos ramais, bem como para solicitação de dados atualizados, vem ocorrendo, segundo apurou o site. As equipes se debruçaram sobre a oferta preliminar, ou seja, da quantidade de lugares oferecidos aos passageiros.

A concessão das linhas do Metrô envolve três blocos principais: Linhas 1-Azul e 20-Rosa (bloco 1), linhas 2-Verde, 15-Prata e 22-Marrom (bloco 2) e as linhas 3-Vermelha e 19-Celeste (bloco 3).
As audiências públicas são esperadas ainda para 2025, com o primeiro contrato firmado em 2026, mas o próprio governo tem dito que talvez não haja tempo hábil nesta gestão.
