Metrô reativa elevador na estação Jardim São Paulo danificado pelas chuvas

Equipamento ficou meses inoperante após o local ser alagado em janeiro deste ano.

Estação Jardim São Paulo (Jean Carlos)
Estação Jardim São Paulo (Jean Carlos)

O Metrô de São Paulo informou que nesta segunda-feira, 8, reativou o elevador para pessoas com deficiência e ou mobilidade reduzida na estação Jardim São Paulo-Ayrton Senna da Linha 1-Azul.

O equipamento foi seriamente danificado quando a parada localizada na Zona Norte da capital foi tomada por águas das fortes chuvas que resultaram na inundação de toda a estação.

De acordo com a companhia, foi necessária uma reconstrução quase que completa do equipamento, sendo substituídos por outros itens novos, vários componentes vitais como painel de força e comando, central hidráulica, espelho, portas de cabine, barreira eletrônica, motor e módulo de porta, botoeiras, cabeamento elétrico, caixa de inspeção e displays.

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Após o término das instalações, testes foram executados e constataram a segurança e confiabilidade no uso do elevador que agora pode ser usado pelos passageiros normalmente.

Elevaodr permite acesso e saída do passageiro com mobilidade reduzida ou deficiência.
Divulgação Metrô de SP

Estação foi inundada durante chuva

A estação se tornou um verdadeiro piscinão subterrâneo quando uma tempestade atingiu a capital paulista, onde uma enxurrada em 24 de janeiro derrubou muro e jogou toda a água das ruas do entorno para dentro, tomando escadas, elevadores, mezaninos, plataformas e os túneis entre Jardim São Paulo e Santana, paralisando o atendimento.

Por alguns dias o atendimento ficou interrompido entre Santana e Tucuruvi, com o Metrô ativando o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (PAESE) para atender os passageiros.

Funcionários atuaram no restabelecimento de sistemas e remoção de todo lixo, lama e água para retomar a operação, porém por semanas seguintes reparos foram necessários.

Prevenção contra enchentes

Para evitar novos episódios de inundações, o Metrô iniciou uma obra para mitigar os efeitos das enchentes na região e por conta disso, o acesso em frente à Igreja foi interditado parcialmente, com prazo de 30 dias.

Mesmo com a interdição da escada e corredor externo, o acesso permanece aberto para entrada e saída dos passageiros.