Obras da TIC Trens na Linha 7-Rubi devem ter início em maio de 2026

A concessionária tem cronograma definido de intervenções ao longo de vias e estações.

TIC Trens não quer repetir erros da ViaMobilidade
TIC Trens não quer repetir erros da ViaMobilidade (Ilustração não oficial sobre foto do site)

A TIC Trens, concessionária responsável por assumir em sua totalidade a gestão e operação da Linha 7-Rubi de trens em São Paulo a partir de novembro deste ano, tem definida uma data para iniciar as obras necessárias e previstas em contrato.

Segundo esclarecimentos de Erick Nicolau, gerente executivo de Operações em entrevista para a imprensa na sexta-feira, 22, um planejamento foi elaborado com metas e marcas a alcançar na área de operação e infraestrutura.

Ao ser questionado sobre a situação atual da linha sete e investimentos, o executivo afirmou que em maio de 2026 as obras começam de fato, algo a ser notado pelos passageiros.

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Nicolau disse que a TIC Trens possui um cronograma bem definido em várias ações e deve entregar novos empreendimentos, inclusive estações como definido em contrato, inclusive em pontos mais críticos.

”Pretendemos iniciar a partir de maio do próximo ano nas obras aqui dentro da linha 7… seguindo os cronogramas contratuais previstos.”

Projeto referencial da Estação Jundiaí (SPI)
Projeto referencial da Estação Jundiaí (SPI)

De acordo com o contrato, novas estações precisam ser construídas, como Água Branca e Vila Clarice, outras passando por melhorias e adequações e algumas com intervenções mais simples, especialmente as mais novas no padrão construtivo adotado nos últimos anos, como Franco da Rocha e Francisco Morato.

Até que essas obras ocorram, os intervalos entre os trens devem ser mantidos, como enfatizou o executivo da TIC Trens ao mencionar a necessidade de nova sinalização de via, ampliação de estações de energia e revitalizações de trilhos, para incluir mais trens na Linha 7-Rubi e por consequência, maior oferta de assentos diariamente.

”Temos necessariamente uma deficiência de energia e para que eu incremente mais trens e diminuir o intervalo, eu preciso de uma capacidade energética. Vamos revitaliza e repotencializar todas as cabines de energia, implementar o novo sistema de sinalização e nesse primeiro momento pretendemos manter o mesmo nível de serviço, os intervalos, que a CPTM pratica”, concluiu