Operação com mais trens na Linha 17-Ouro dependeria de equipamento ser concluído
Área de manobras após a estação Morumbi ainda deve levar alguns meses para ser finalizada e permitir carrossel de trens
Em operação transitória desde 31 de março, a Linha 17-Ouro funciona com apenas dois trens circulando em ‘bate-e-volta’ em cada uma das vias do ramal de monotrilho.
Trata-se na prática da forma mais simples de colocar a linha em operação já que as composições não compartilham vias e podem circular livremente sem riscos. Mas isso limita demais a oferta de viagens já que não há como expandir a frota em serviço
Essa limitação deve acabar em junho, segundo o Metrô, quando estão previstos quatro trens em operação, além da adição da estação Washington Luís, que fará o ‘Y’ do ramal passar a existir – trens com dois destinos em um sentido.
Mas para que isso seja possível, a Agis e a BYD precisam concluir o ‘X27’, um complexo de manobra localizado após a estação Morumbi. Composto pelos track-switches, vigas metálicas que se movem, esse equipamento vai permitir que os trens possam trocar de vias e assim fazer a Linha 16 operar como qualquer outro ramal da malha sobre trilhos.

No entanto, os aparelhos ainda dependeriam da conclusão da montagem e realização de testes além de validação de sinalização e fornecimento de energia na área.
Ou seja, esse trabalho tem pouco mais de dois meses para ser finalizado se o Metrô quiser cumprir a previsão de ampliar o serviço.
Com mais dois trens e a operação em carrossel, a Linha 17 passará a ter intervalos mais regulares e plataformas com destinos mais claros. Hoje para ir para Morumbi ou Congonhas é preciso saber qual dos lados verá o trem mais adiantado chegar.
Em tese, o Metrô (e mais tarde a ViaMobilidade) usará de seis a sete trens SkyRail quando o ramal de monotrilho estiver operando para valer. Portanto, cerca de metade da frota disponível.

Creio que este foi o maior ponto da galera por aqui falar “melhor esperar do que fazer algo pela metade”.
Não que do jeito que está hoje as operações está ruim. Imagino que até a situação atual ajuda a fazer os devidos testes. Mas o ideal é que quando um serviço está em operação, que o seja plena mesmo. Provavelmente vão parar por dias ou semanas para implantar o Track Switch e com isso a operação de testes vai acabar sendo pausada. Isso se não lidarem com a ideia de jogar um PAESE…
PAESE para operação assistida só se for para observar a eficiência do PAESE na linha, senão seria muita sacanagem com os usuários kkkkkk.
É isso que dá entregar as pressas por pressão politica do TRANQUEIRA DE FREITAS
Vejam só… o Marcelo preferia que segurassem a abertura…
Ora, se é possível abrir a operação assistida, por que não???
Sim, testar mais e entregar com poucas pendências, simples assim.
Foi eleitoreiro e ponto final.