Destaques Linha 17

Pátio Água Espraiada volta a ter funcionários trabalhando

Obra assumida pelo consórcio Linha 17 ouro começou a limpar o fundo do piscinão onde será erguido o centro de manutenção do monotrilho
Pátio Água Espraiada: trabalhos começaram mas obras, apenas em outubro
Pátio Água Espraiada: trabalhos começaram mas obras, apenas em outubro
Pátio Água Espraiada: trabalhos começaram mas obras, apenas em outubro
Pátio Água Espraiada: trabalhos começaram mas obras, apenas em outubro

Com obras interrompidas há cerca de um ano, o futuro pátio Água Espraiada, que será erguido onde existe um imenso piscinão na Avenida Roberto Marinho, virou uma espécie de floresta tamanha a quantidade de vegetação que tomou o local abandonado. Esse cenário, no entanto, começou a mudar nos últimos dias quando o novo consórcio responsável pela sua construção iniciou os primeiros trabalhos no canteiro de obras.

Máquinas e funcionários já recuperam o canteiro, que havia sido abandonado pelo consórcio anterior, o Monotrilho Pátio. Já há, inclusive, material para montagem de andaimes no fundo do piscinão, mas segundo um funcionário ouvido pelo blog, as obras em si só serão retomadas em outubro.

Ao lado das estruturas inacabadas do pátio, dezenas de funcionários das mesmas construtoras levantam a futura estação Jardim Aeroporto, que ficará na esquina entre a Roberto Marinho e a Washington Luiz, um contraste bem claro entre as duas obras.

Abandonado, piscinão virou uma 'floresta'
Abandonado, piscinão virou uma ‘floresta’

Dois pisos

Ponto crítico da Linha 17-Ouro, o pátio de manutenção deveria ter sido iniciado bem antes do que foi na prática. Enquanto as vias e algumas estações estão num estágio quase finalizado de obras civis, o pátio tem apenas uma parte do piso inferior concretada, além de dezenas de pilares com ferragens expostas. Sem o pátio, o início de testes com os trens fica comprometido porque não há como recebê-los, armazená-los e prepará-los para operação.

Quando estiver concluído, o pátio do monotrilho promete revitalizar a área que, apesar de chegar a oferecer áreas de lazer dentro do próprio piscinão, sempre foi um entorno um tanto inóspito. Com dois andares de galpões e trilhos, a construção cobrirá todo o piscinão, restaurando calçadas e oferecendo ciclovia e paisagismo adequado. Quanto à área de lazer, em breve a Prefeitura deve abrir o Parque do Chuvisco, ao lado do pátio, uma compensação acertada com o Metrô e que utiliza o terreno onde existia um clube dos funcionários da Varig, extinta companhia aérea brasileira.

Ao fundo, dezenas de funcionários constroem a estação Jardim Aeroporto enquanto material chega para a obra do pátio
Ao fundo, dezenas de funcionários constroem a estação Jardim Aeroporto enquanto material chega para a obra do pátio

About the author

Ricardo Meier

É um entusiasta do assunto mobilidade e sobretudo do impacto positivo que o transporte sobre trilhos pode promover nas grandes cidades brasileiras. Também escreve nos sites Airway (aviação) e AUTOO (automóveis).

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