Polícia prende suspeito de roubar cabos que afetaram operação da Linha 17-Ouro

Homem foi detido em flagrante na Avenida Jornalista Roberto Marinho dias após furtos provocarem paralisações na operação assistida do monotrilho

Trem da Linha 17-Ouro
Trem da Linha 17-Ouro (iTechdrones)

A Polícia Militar prendeu na madrugada desta quarta-feira, 29, um homem de 28 anos suspeito de furtar cabos de cobre da Linha 17-Ouro do monotrilho, em São Paulo. O caso ganha relevância porque furtos semelhantes já haviam provocado interrupções na operação assistida do ramal nos últimos dias.

Segundo a PM, policiais faziam patrulhamento na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul, quando flagraram o suspeito carregando um cabo de cobre de cerca de dois metros em direção a um ferro-velho.

Ao perceber a aproximação da viatura, o homem tentou fugir, mas foi abordado. Durante a revista, ele não soube explicar a origem do material.

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A empresa responsável pela segurança patrimonial da Linha 17 informou aos policiais que cabos de energia haviam sido furtados minutos antes nas proximidades de uma passarela e reconheceu o material apreendido.

O suspeito foi levado ao 27º Distrito Policial, no Ibirapuera, onde teve a prisão em flagrante ratificada por furto qualificado.

Nos últimos dias, o Metrô já havia admitido que furtos de cabos estavam entre as causas de interrupções na operação assistida da Linha 17, que funciona em horário reduzido para testes com passageiros.

Em episódios recentes, a companhia precisou acionar o sistema PAESE para transportar usuários entre as estações após falhas no trecho entre Congonhas e Campo Belo.

Estação Morumbi da Linha 17-Ouro (Willian Moreira)

O Metrô afirmou que criminosos têm acessado tanto áreas elevadas da estrutura, a cerca de 15 metros de altura, quanto equipamentos instalados em pontos mais próximos ao solo.

A companhia disse a um jornal que trabalhava com a Secretaria da Segurança Pública e com a BYD SkyRail para adotar medidas que reduzam novas ocorrências.

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Flavio
Flavio
1 mês atrás

Se não acharem uma maneira de proteger melhor a estrutura e aumentar o policiamento e vigilância da linha, ainda vai acontecer várias vezes. Aquela região da Roberto Marinho está cheia de nóia.

Gilberto JV-TS
Gilberto JV-TS
1 mês atrás
Responder para  Flavio

Foi comentando o abandono e a depredação que tinha naquele ponto que eu vim parar aqui em 2019, pena que a policia não apertou o malaco para entregar o receptador.

Derru
Derru
1 mês atrás
Responder para  Gilberto JV-TS

Nem precisa muito, qualquer ferro-velho compra sem nem sequer saber sobre a origem do material.

Santiago
Santiago
1 mês atrás

A Polícia prende. O desafio é que a Justiça não solte…

Guilherme
Guilherme
1 mês atrás
Responder para  Santiago

Pensei nisso! Porém as pessoas que são presas são apenas peixinhos pois os chefões do esquema continuam livres e soltos.

Ligeiro
Ligeiro
1 mês atrás
Responder para  Guilherme

Alguns chefões são líderes políticos…

Eduardo De Carli
Eduardo De Carli
1 mês atrás
Responder para  Santiago

Prender hoje em dia está muito fácil. A justiça manter preso já são outros quinhentos. E ai, apesar da nossa justiça ter se tornado uma estrutura inútil e injusta, existe outro enorme problema que ninguém discute: se você assiste apenas um dia de qualquer telejornaleco, e fizer as contas, chegará a conclusão que é IMPOSSIVEL prender essa gente. Não existem, e não faz o menor sentido investir, penitenciárias para tanta gente. Existe um erro estrutural no país. Os governos, principalmente o federal, investe nos “póbinhos”. E estes “póbinhos” não estão com a mínima vontade de trabalhar. Até se forem presos, mesmo em penitenciárias péssimas, tem uma vida muito boa e não precisam trabalhar, além de a família receber Auxílio-Reclusão. Preso tinha que ser obrigado a pagar pela sua prisão, tanto os custos da penitenciária como dos dependentes. Nem que tivesse que usar uma bola de aço amarrada no tornozelo.

Ligeiro
Ligeiro
1 mês atrás
Responder para  Eduardo De Carli

Sempre acho engraçado este tipo de discurso, porque já vi muito “póbinhos” vendendo contrabando ou ajudando no tráfico de droga e morando em Alphaville por exemplo. Em resumo, quem não tem vontade de trabalhar são os “póbinhos” que tem carro de luxo e moram em Alphaville.

Os caras que vivem como “soldados do tráfico” ou cometem crimes menores (como furtos) e moram em favelas ou vivem nas ruas por exemplo infelizmente “trabalham” (note as aspas) para o “póbinho” de Alphaville, para o “póbinho” da Faria Lima, para o “póbinho” do Morumbi, para o “póbinho” de Balneário Camboriú.

Não vou discordar tanto da questão da justiça, pois tem muita gente da justiça que é filho de “póbinho” que grilou terras no passado, vendeu e lucrou e botou o filho na justiça ou política para limpar a cara dele, diga-se.

Marcos Henrique Saat
Marcos Henrique Saat
1 mês atrás

Será que não seria melhor trocar os cabos de cobre por outro material que não seja tão visado a furtos?

Ligeiro
Ligeiro
1 mês atrás
Responder para  Marcos Henrique Saat

cabo de cobre é o que dá melhor condução de energia sem resistência (aquecimento).

Leo
Leo
1 mês atrás

Essa avenida Roberto Marinho é um horror, e desde quando me entendo como gente ela sempre foi problemática.
Sem falar na estação Brooklin Paulista, que a saída está localizada exatamente em uma biqueira rs

Última edição 1 mês atrás por Leo
Eugênio Silva
Eugênio Silva
1 mês atrás

A policia vai prender, a justiça vai soltar, os furtos e roubos vão continuar, infelizmente é assim que funciona nosso sistema hoje, porque ele não foi feito para sanar os problemas da criminalidade e violência, eles são feitos para perpetuar esse sistema, porque a partir do solução desses problemas, não há a necessidade de tantos cargos como de juízes, delegados, advogados, promotores e etc..

Ivo
Ivo
1 mês atrás
Responder para  Eugênio Silva

Quem elabora as leis é o poder legislativo. O judiciário só aplica leis que vereadores, deputados e senadores criam. Mas esses você sequer cita em seu comentário. Gosta tanto do nosso legislativo assim?