Linha 22-Marrom tem estudos para desapropriações contratados pelo Metrô de São Paulo

Contrato prevê levantamentos técnicos em áreas do futuro traçado entre Cotia e Sumaré, com prazo de execução de quatro meses

Trem fictício da Linha 22-Marrom
Trem fictício da Linha 22-Marrom (Imagem gerada por IA)

O Metrô de São Paulo firmou contrato com a empresa CTA Consultoria Técnica e Assessoria para a elaboração de estudos técnicos voltados à avaliação de áreas que deverão ser desapropriadas para a implantação da Linha 22-Marrom.

O serviço consiste na produção de um laudo macro de avaliação de terrenos considerados prioritários ao longo do traçado planejado da nova linha, que deverá ligar o município de Cotia à região de Sumaré, na zona oeste da capital .

O contrato contempla áreas destinadas à implantação do Pátio Boa Vista, das futuras estações Sumaré, Faria Lima, Hebraica-Rebouças, Vital Brasil, Hospital Universitário, Rio Pequeno, Reserva Raposo e Granja Viana, além de terrenos previstos para estruturas operacionais, como ventilação e saídas de emergência.

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O valor total contratado é de R$ 56 mil. Os serviços serão executados no regime de empreitada por preço unitário e resultam na entrega de relatórios técnicos que servirão de base para a definição de valores de desapropriação necessários à implantação da infraestrutura metroviária.

Localização das estações da Linha 22-Marrom (Jean Carlos)

 O prazo de vigência do contrato é de seis meses, enquanto o prazo de execução dos serviços é de quatro meses, contados a partir da emissão da ordem de serviço, que pode ocorrer em até 30 dias após a assinatura.

De acordo com o escopo, estão previstos dez relatórios técnicos, cada um correspondente a uma região do traçado, com pesquisa de valores de mercado dos terrenos localizados no entorno das futuras estruturas da linha.

A Linha 22-Marrom poderá transportar diariamente quase 680 mil pessoas em seus 29,4 km e 19 estações ao longo do eixo entre Cotia e Sumaré. 

Recentemente, o governo Tarcísio de Freitas afirmou que o ramal terá o projeto autorizado em breve, possivelmente o básico já que o Metrô finalizou o projeto diretriz no ano passado.