Estação Berrini mantém naming rights apesar de crise nas Casas Bahia
Contrato com a Motiva foi celebrado há pouco tempo e recentemente, dois acordos deste tipo no metrô foram encerrados
Na última semana, a Casas Bahia, grande empresa do setor de varejo nacional, entrou com pedido de recuperação judicial, sucedido do fechamento de mais de 200 lojas e a demissão de 3 mil pessoas, mostrando a gravidade da crise financeira em razão de uma dívida superior a R$ 17 bilhões.
Isto ocorreu pouco mais de um ano após a celebração de um contrato de naming rights com a Motiva, alterando o nome da estação Berrini, para Berrini-Casas Bahia, na Linha 9-Esmeralda de trens em São Paulo.
O acordo além da mudança na nomenclatura, envolveu atualização da comunicação visual e a possibilidade de ativações voltadas ao passageiro que passa pelo local, e segundo esclarecido pela Motiva a este site, com exclusividade, isto está mantido normalmente.
Não houve por parte da operadora de trens qualquer mudança no contrato, e não houve a formalização da varejista quanto ao encerramento do naming rights.
Até o momento, isto vai contra movimentações recentes neste mercado em específico, com as saídas de Ultrafarma e Pernambucanas, das estações Saúde na Linha 1-Azul e Paulista da Linha 4-Amarela, que retomaram a comunicação visual e denominação original.
Em algumas estações do sistema metroferroviário paulista, o contrato de na,mign rights permite à empresa aumentar as suas receitas financeiras, mas com recurso separado da tarifa cobrada. O método atualmente é aplicado pelo Metrô de São Paulo e pela Motiva.
