Estação da Linha 4-Amarela ajudou a reerguer rua Oscar Freire, diz reportagem
Abertura do metrô em 2018 ampliou fluxo diário e ajudou a impulsionar mudanças no perfil imobiliário e comercial da região
Famosa pelas grifes de luxo, a rua Oscar Freire, nos Jardins, passa por uma transformação nos últimos anos, com a mudança do perfil da região. Entre os fatores que influenciaram esse movimento está a abertura da estação homônima da Linha 4-Amarela de metrô, segundo reportagem publicada pelo InfoMoney.
Inaugurada em abril de 2018, a Estação Oscar Freire passou a conectar por trilhos a área mais tradicional do varejo de luxo paulistano ao restante da cidade. Inicialmente, a parada foi entregue apenas com a entrada principal; o segundo acesso, ainda em obras brutas na abertura, só entrou em operação em julho de 2019, ampliando a permeabilidade urbana e a capilaridade do fluxo de pedestres.
Em janeiro de 2026, a estação registrou média de 22,7 mil entradas diárias, segunda a ViaQuatro, concessionária responsável pela Linha 4-Amarela. A estação integra o eixo de transporte que liga bairros como Luz, República, Paulista, Pinheiros e Butantã, inserindo a Oscar Freire em um corredor de alta acessibilidade metropolitana.
Mapa dos arredores da estação Oscar Freire (Metrô CPTM)
A presença do metrô alterou o padrão de circulação no entorno, afirmou o artigo. A facilidade de acesso por transporte coletivo reduziu a dependência do automóvel e ampliou o público potencial da rua, que passou a receber visitantes de diferentes regiões da capital e da Grande São Paulo. A mudança coincidiu com a revisão das regras urbanísticas da cidade, que incentivaram maior adensamento construtivo nas áreas próximas a estações.
16-violeta”>Oscar Freire receberá também a Linha 16-Violeta
O novo cenário estimulou lançamentos residenciais e corporativos de alto padrão nos quarteirões vizinhos. Ao mesmo tempo, parte das lojas tradicionais deu lugar a empreendimentos imobiliários em construção. Segundo dados citados na reportagem, a vacância de prédios comerciais na rua cresceu nos últimos anos em virtude da expansão da oferta de imóveis novos e em implantação.
Nível de plataformas da estação Oscar Freire (Metrô CPTM)
Apesar da redução no número de pontos comerciais voltados ao varejo de moda, o faturamento estimado do comércio local aumentou entre 2024 e 2025. A mudança indica uma reconfiguração do perfil da rua, com maior presença de serviços, gastronomia e empreendimentos vinculados ao público de alta renda.
O potencial de expansão do entorno da estação deve ganhar uma segunda onda. É que o governo do estado planeja implantar a Linha 16-Violeta, que terá uma estação Oscar Freire vizinha à atual. O ramal ligará Pinheiros à zona leste da capital com 16 estações na primeira fase.
O projeto está sendo preparado para ser lançado em formato de leilão de concessão à iniciativa privada. A construtora Acciona, que realizou estudos de viabilidade da Linha 16, é considerada favorita a levar o certame.
Estação Oscar Freire da Linha 16-Violeta (número 2 no mapa)

“Estação da Linha 4-Amarela ajudou a reerguer rua Oscar Freire, diz reportagem”, surpreendendo um total de zero pessoas. O mundo inteiro sabe que estações de metrô revitalizam as regiões onde se inserem, movimentam o comércio, aumentam a quantidade de pessoas caminhando e fortalecem a segurança.
Só no Brasil que vemos os moradores protestarem contra ter uma estação de metrô no seu bairro, parece que preferem ver a região “morrer” e se marginalizar do que a construção de um terminal metroviário.
“O mundo inteiro sabe que estações de metrô revitalizam as regiões onde se inserem, movimentam o comércio, aumentam a quantidade de pessoas caminhando e fortalecem a segurança.”
Isso não aconteceu com as estações Sumaré, Alto da Boa Vista, Jardim São Paulo e Parada Inglesa. Essas estações funcionam com demanda que ainda não justificou o investimento nelas.
Por que a gente não consegue mais dar downvote nos comentários do Ivo? Perdeu a graça. Enfim… As estações citadas pelo Ivo são as exceções que confirmam a regra.
Mandei uma vez uma sugestão para justamente acabar com os votos. Parece que acataram.
Acho que o melhor seria nem interagir com quem é negativo demais ou só puxa polêmica. Eu mesmo sei quando falei besteira e mereço ser ignorado. De boas, vamos a partir de agora ignorar quem abusa demais sendo negativo.
Melhor forma de fazer a pessoa não abusar é ignora-la mesmo.
Pobre Edenilson, leia mais que será capaz de comentar qualquer assunto.
FALÁCIAS!
E um trem que na melhor das hipóteses, vai transportar 60 mil pessoas entre SP e campinas e vai custar mais de 17 bilhões é que é viável né?
Uma pena que as estações Armênia e Tietê, por exemplo, nunca tiveram esse poder de revitalização em seus arredores.
Muito pelo contrário, elas dão razão para os que não querem estação de metrô perto de suas casas.
Armênia é próximo a escola da Polícia e aos comércios do Pari. O problema naquela região não tem culpa do Metrô.
Tietê é un terminal rodoviário e tem sua função social.
Se reclama de moradores de rua, isso é um problema sócio politico, que só resolve quando alguém votar em político que ponha assistentes sociais que atuem proativamente.
Complementando: mesmo que tenham menor densidade de uso, estações consideradas “ermas” servem para evitar sobrecarga em outras estações também. Além, claro, de servir para futuras necessidades de uma região.
Ambuitá, que sempre falei que era dispensável mas sem problemas se fosse reconstruido, estou sempre usando. E sempre tem demanda ali. O que falta é empenho da Artesp, municípios do arredor como Araçariguama e S. do Parnaíba, população e empresas para que mais ônibus parem ali.
Desativaram a Itapevi – Araçariguama por causa da estrada de terra sempre em mau estado. Sugeri que pudesse fazer a rota ir pela Castelo e com término em Ambuitá.
Eis aí mais um lugar que trabalhei e passei por muitas vezes, a maioria dos usuários dessa estação são oriundos dos hospitais, e empregados em geral, que vem diminuindo com os anos com o deslocamento para o eixo econômico da Faria Lima, Brooklyn e Sto Amaro.
O gozado é que não é não tão longe do conjunto das Clínicas. O mal é ter que subir a Rebouças.
Não é só subir, se for no lado do hospital, se não me engano tem poucos obstáculos, de manhã subida e de tarde e só soltar o freio, o que mata esse local é, a poluição, o barulho e a segurança, a tarde ali fica bem escuro. Solução para que vai até lá, peguem o 775 P e desçam na passarela, tanto na ida, como na volta.
Tem razão, esqueci que o trecho do acesso entre a Rebouças até a Oscar é bem ermo mesmo. Isso devido aos muros no entorno.
É a lógica natural das coisas!
Uma estação do Metrô sempre vai agregar positivamente o seu entorno, das mais diferentes maneiras.
E mesmo aquelas estações com movimentos abaixo do projetado tornam-se referências locais, e desde já propiciam potenciais futuros para o entorno delas.
Somos nós, os “gente diferenciada”, que realmente movimentamos a Cidade e o Pais. E para nós o Metrô sempre será bem vindo.