Levantamento para desapropriações da Linha 20-Rosa já ocorre na capital paulista

Equipes percorrem o futuro trajeto do ramal em meio a levantamento cadastral, como flagrou o site

Linha 20-Rosa será leiloada em 2025 (Jean Carlos)
Linha 20-Rosa será leiloada em 2025 (Jean Carlos)

O Metrô de São Paulo já deu início ao processo de cadastramento de imóveis para desapropriações que serão usados na Linha 20-Rosa.

Uma equipe a serviço da companhia foi vista na Zona Sul da capital paulista nesse trabalho dias atrás, como flagrou o site.

O enfoque é preparar informações sobre os terrenos que receberão as estações, poços de ventilação e saída de emergência e o pátio.

Equipe a serviço do Metrô realizando mapeamento de desapropriações da Linha 20-Rosa (Metrô CPTM)

Em março, o governo do estado publicou um decreto tornando várias áreas na cidade como de utilidade pública para implantar o ramal metroviário.

As áreas em processo de desapropriação encontram-se entre o Pátio Santa Marina e a futura Estação Abraão de Morais, ou seja, apenas dentro do município de São Paulo.

Os dois lotes da Linha 20-Rosa (CMSP)

O decreto estabeleceu 43 áreas como de utilidade pública para as obras da nova linha metroviária. São ao todo 366,6 mil m² de áreas a serem utilizadas para a implantação do ramal.

O trecho da Linha 20 no ABC Paulista ainda não teve o decreto publicado. O governo ainda negocia uma solução para escolher um local que abrigará o segundo pátio de manunteção – o antigo terreno da Ford no Taboão (SBC) é o favorito a receber as instalações.