O Metrô de São Paulo decidiu adotar as alças pega-mão, uma extensão de PVC e poliéster que facilita a segurança dos passageiros de estatura mais baixa. O recurso estreou nesta segunda-feira, 1º de junho, em cinco trens da Linha 1-Azul. Cada composição receberá 332 alças distribuídas nos seis vagões em áreas entre as portas.

A meta da companhia é permitir que os passageiros ocupem mais regiões dos vagões e reduzam a concentração nas portas, como é comum ocorrer. A medida também reflete a preocupação com o distanciamento social adotada por conta da pandemia do coronavírus. Segundo o Metrô, as alças terão as cores das linhas em que o trem circula, ou seja, azul para a Linha 1, verde para a Linha 2, vermelha para a Linha 3 e prata para a Linha 15.

A expectativa é que 29 trens da Linha 1-Azul estejam circulando com as alças até o final de junho e, gradativamente, será estendida aos demais ramais – a previsão é todos os trens contem com o item até agosto.

As alças não são exatamente uma novidade no transporte coletivo. Elas já existiam nos antigos trens da Fepasa, por exemplo, mas eram metálicas. Recentemente, a ViaQuatro adotou o item nos trens da Rotem que circulam na ViaQuatro e logo que sua empresa irmã ViaMobilidade asssumiu a operação da Linha 5-Lilás, fez o mesmo nas composições da Frota P.

Alça já é vista nas linhas operadas pela iniciativa privada (GESP)