Novo trecho do VLT em Santos deve ser inaugurado em dezembro

Operação será de forma gradual com a expansão da oferta e horários conforme avanços no funcionamento.

VLT da Baixada Santista (Jean Carlos)
VLT da Baixada Santista (Jean Carlos)

O Governo de São Paulo possui um prazo estimado para abrir ao uso da população o segundo trecho do sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da Baixada Santista, no mês de dezembro.

A informação é do diretor da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (ARTESP), André Isper, ao G1, durante visita aos canteiros de obras.

Na última sexta, 19, representantes da ARTESP, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), da Prefeitura de Santos e da concessionária BR Mobilidade vistoriaram os pontos de trabalhos para entender o que falta ser executado e os avanços já concluídos.

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A comitiva seguiu acompanhando os testes com trem pelo novo trajeto, processo que antecede a entrada para a operação comercial.

De acordo com a prefeitura, estão em fase final de instalação os sistemas de energia, controle semafórico, telecomunicações e sinalização.

Visita ao Trecho 3

O grupo de vistoria também esteve nas obras da Ponte A Tribuna que fazem parte do Trecho 3 até Samaritá, devendo no futuro ligar a área continental de São Vicente a Santos de forma direta pelo VLT.

O Trecho 2

O segundo trecho do VLT ou Trecho 2, trata-se de um trajeto com 8 km de extensão atendido por 12 estações na área central de Santos, passando em pontos como o Mercado Municipal, Poupatempo, universidades, áreas comerciais e o Terminal Valongo, conectando os modais de pneus e trilhos.

A partir da estação Conselheiro Nébias os passageiros acessam o trecho novo, e também o trajeto já existente.

Trecho 2 do VLT da Baixada Santista (Alya)
Trecho 2 do VLT da Baixada Santista (Alya)

A Presença da CPTM na obra

Representantes da CPTM estiveram presentes, o que em partes é uma novidade, mas faz parte do novo método contratual abordado pelo Governo de São Paulo, onde a estatal ferroviária assumiu a gestão do contrato das obras de expansão que antes era gerido pela EMTU, empresa em fase de liquidação.