Obras da Linha 17-Ouro são prolongadas em novo aditivo contratual
Serviços de finalização das estações também teve acréscimo de R$ 46,4 milhões. Cronograma de entrega de operação do ramal ainda é mantido para 2026
O Metrô de São Paulo firmou na sexta-feira, 28, o segundo termo aditivo para as obras civis da Linha 17-Ouro do monotrilho. O prazo das obras foi adiado e as atividades receberam um custo adicional.
As obras envolvem a execução das obras civis remanescentes de todas as estações, exceto Morumbi, além do pátio Água Espraiada. A empresa deverá realizar ainda trabalhos de acabamento, paisagismo e comunicação visual nas estações.

Segundo as informações do aditivo, as obras foram postergadas em seis meses. O término original das obras era previsto para março de 2025 e foi postergado para setembro de 2025.
O valor das obras também aumentou. O contrato aponta um acréscimo de R$ 46,4 milhões. O valor total do contrato passa a ser de R$ 642,3 milhões na data base de 08/2019.
As atividades são realizadas pela Agis Consórcio Linha 17-Ouro Obras Civis que é composta por duas subsidiárias da construtora Agis.

As obras da Linha 17-Ouro avançam em duas frentes. Enquanto uma está focada no término das obras civis, uma segunda frente realiza a montagem de sistemas elétricos, sinalização, telecomunicação e comissionamento dos trens.
O prazo global para a entrega da Linha 17-Ouro não foi alterado, mantendo-se o cronograma de inauguração para o ano de 2026.
