CPTM testa pagamento de tarifa com Pix em dez estações de trens
Projeto-piloto ocorre até 12 de junho e poderá servir de base para expansão da modalidade para todo o sistema
A CPTM iniciou nesta semana um projeto-piloto para permitir o pagamento da tarifa pelo Pix em dez estações da rede de trens metropolitanos.
O teste é feito pela Abasp, associação que intermedia a arrecadação via o cartão TOP e que usa a empresa Autopass como fornecedora.
As dez estações escolhidas mesclam grandes terminais como Palmeiras-Barra Funda e Brás, e paradas de movimento relevante como Ribeirão Pires, Mauá, São Caetano e Santo André (Linha 10-Turquesa), Francisco Morato (Linha 7-Rubi), Suzano e Ferraz de Vasconcelos (Linha 11-Coral) e Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade)
Segundo a reportagem, os testes serão realizados até 12 de junho e em seguida serão avaliados os resultados para decidir sobre uma eventual ampliação da funcionalidade.
Pontos de recarga do cartão TOP (Jean Carlos/SP Sobre Trilhos)
O processo de compra é feito pela máquina de autoatendimento, que envia um QR Code para conclusão da transação pelo aplicativo do banco do cliente. Após isso, o equipamento da Autopass imprime outro QR Code para validação nas catracas.
A despeito da popularidade do Pix, o esquema bolado pela Abasp sugere ser bem menos eficiente que o uso de cartões de crédito e débito por aproximação, recentemente implementados em todas as estações de trens metropolitanos. Segundo a CPTM, mais de 700 mil transações foram feitas em maio nessa modalidade.
O Metrô de São Paulo também habilitou os pagamentos por aproximação com cartões bancários começaram a ser implantados em 2024 e vêm sendo ampliados gradualmente para novas estações e linhas. Até o momento, porém, não há testes públicos envolvendo pagamentos por Pix no sistema metroviário da capital.
No Rio de Janeiro, a SuperVia, que até maio operava os trens metropolitanos do estado, introduziu o pagamento com Pix em julho do ano passado.
