Estação Taboão da Serra da Linha 4-Amarela começa a virar realidade

ViaQuatro iniciou sondagens de solo enquanto solicitou licença ambiental prévia para início das obras. Prefeitura do município divulgou imagens de como será a parada
Projeção da estação Taboão da Serra, da Linha 4-Amarela
Projeção da estação Taboão da Serra, da Linha 4-Amarela (PMTS)

A extensão da Linha 4-Amarela de metrô até Taboão da Serra começou a virar realidade. A obra está a cargo da ViaQuatro, concessionária que é responsável pela operação do ramal e que iniciou sondagens de solo na região no município vizinho da capital.

Segundo a prefeitura de Taboão da Serra, as sondagens tiveram início em áreas como o Palácio do Povo (nova sede da Prefeitura), no Parque Santos Dumont e no terreno da extinta concessionária Sorana Sul, às margens da nova avenida (antiga BR-116).

Nesse local será implantada a futura estação Taboão da Serra além de um terminal de ônibus.

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Em paralelo, a Cetesb, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, informou nesta semana que recebeu da concessionária o pedido de Licença Ambiental Prévia para obras de extensão do ramal entre Vila Sônia e Taboão da Serra.

O pedido foi aberto mediante apresentação do Relatório Ambiental Preliminar. Há um prazo de 30 dias, que começou a contar desde o último dia 23, para manifestação, por escrito, de qualquer interessado.

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Extensão de 3,3 km e duas novas estações

Nesta sexta-feira, a prefeitura de Taboão divulgou em suas redes sociais projeções de como ficará a futura estação. Ela lembra o conceito visto nas estações São Paulo-Morumbi e Vila Sônia, com acessos com acabamento em vidro e a existência de um terminal de ônibus de um dos lados.

Sondagens sendo realizadas pela ViaQuatro em Taboão da Serra (PMTS)
Sondagens sendo realizadas pela ViaQuatro em Taboão da Serra (PMTS)

O projeto prevê um prolongamento de 3,3 km  e 2 novas estações – além de Taboão da Serra, també Chácara do Jockey. A previsão é que 80 mil passageiros sejam atendidos com este novo trecho.

O investimento necessário será em torno de R$ 3,2 bilhões que ficará a cargo da ViaQuatro que, em contrapartida, deve ter seu contrato de concessão estendido.

Para viabilizar a obra é preciso assinar um aditivo contratual, mas ainda não foi informado se ele já foi assinado pelo governo e a concessionária.

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17 comments
  1. Alguém sabe me responder se a estação Chácara do Jóquei será aquele projeto feito pela Fernandes Arquitetos? Um projeto que tinha vários jardins internos na estação…

  2. Não conheço a região, mas dando uma olhada pelo maps vejo que a estação de Taboão ficará bem no começo da cidade, o certo (ao meu ver) seria chegar pelo menos na região do shopping.
    Espero que futuramente a L4 vá adentrando mais na cidade, parece ter muito potencial de demanda

    1. A estação fica no centro da cidade, já é o suficiente, especialmente pensando que quem vem de todo de embu e de toda Taboão não precisará pegar as avenidas de sp pra chegar na L4, mesmo tendo um corredor de ônibus, já é o suficiente, no futuro pode ir mais longe, na vdd deve mas por hora já é um bom começo o metrô sair da capital

  3. Está na hora de estudarem uma expansão ao norte da estação Luz. Pelo menos duas estações, no mínimo, serão necessárias.

    Uma no encontro da avenida do Estado com avenida Cruzeiro do Sul, com a grande demanda do Pari e Canindé, e outra junta a Linha 19 – Celeste na estação Silva Teles.

    Assim passageiros evitarão a desnecessário baldeação que ocorrerá em São Bento e Anhangabaú para os usuários que quiserem ir e vir nas linhas Amarela e Celeste.

    1. A Linha 19 faz literalmente as mesmas conexões que a Linha 4 no centro expandido com exceção da 22 (a 19 possui uma expansão até a Vila Olímpia, passando por Bela Vista, Brigadeiro, Ibirapuera, Itaim Bibi e Tabapuã).

      Portanto não há necessidade de conectar as duas. Como a Linha 19 foi cortada em Anhangabaú, a conexão só faria sentido se a segunda fase não saísse do papel. Se sair, se torna desnecessária.

      1. Acredito que não pq assim distribui o fluxo das duas, a L19 no centro já é pra desafogar a L1, tendo as 3 interligadas distribuí muito os passageiros e amplia as conexões , pensando que é um trecho curto, seria muito benéfico pra própria linha e pro sistema

      2. Não há necessidade de conectar as linhas?

        Quer dizer que o passageiro da Zona Oeste que precise ir pra Guarulhos ou vice-versa não terá problema nenhum em usar as estações São Bento e Anhangabaú para fazer essa baldeação, afinal todos nós sabemos que são duas estações super vazias e sub utilizadas.

  4. Linha 4 poderia ir até a Av. Paulo Ayres, passando pelo Shopping Taboão, ou descer a Estrada do Campo Limpo para ir até o Terminal Campo Limpo.

    1. Atualmente existe um projeto de trem saindo do campo limpo em direçao a cotia, logo, nao faz sentido essa extensao, alem da desnecessaria volta do trajeto até o campo limpo, vale mais a pena seguir a dentro do taboao e seguir com o projeto q sai do campo limpo e ate cotia, vai cruzar na linha 4 de maneira mais eficiente

      1. Essa linha além de estar em um horizonte extremamente distante não atende o Terminal Campo Limpo, mas sim o distrito. E demandamente falando, faz mais sentido seguir a Estrada do Campo Limpo que é uma região adensada (a demanda ao longo da Régis após a Paulo Ayres é nula), aumentando a utilidade do terminal e permitindo uma ligação CL-Centro.

        Mas o mais óbvio agora é seguir a Régis. Se acontecer, no máximo até a Paulo Ayres. Após isso, a demanda é irrisória dado o baixo adensamento.

  5. pessoal esse projeto que tão falando que vai cortar o campo limpo vai ser até a estação de metrô vai cortar o Taboão até a linha oito não vai para Cotia. a linha que vai para Cotia é a linha 22 até a granja Viana de metrô pesado

  6. Papel aceita tudo, e vamos ver !!!! Pena que aqui não é a CHINA, pois teríamos estas duas estações num prazo bem menor !! Só acredito vendo, e olha que nem resido em Taboão da Serra !!

    1. Exatamente, pra mim só “começa a virar realidade” quando já estiver circulando os trens do metrô por lá.

    2. Se fossemos a china só teríamos mais obras ao mesmo tempo e um tempo reduzido de licitações e burocracias, os tempo de construção e projeto seriam os mesmos, n existe milagre, no mínimo 4 anos pra um trecho pequeno desses sair do papel, maior doq isso aí só sendo 5 ou 6 anos de obras com frentes simultâneas

  7. o Metrô Jardim Ângela deu início primeiro ao projeto executivo e achava que começaria primeiro as obras, mas pela vontade e dedicação do prefeito de Taboão essa obra começará logo, enquanto na capital para o prefeito tanto faz.

  8. Moro no Jardim Maria Virgínia, no Campo Limpo. Depois que entro no ônibus ‘Terminal Morumbi’, levo 50 minutos pra chegar na Paulista pela Linha Amarela. Depois de pronta a Estação Taboão, vou levar uns 30 minutos pra chegar no Centro.

    levar

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