Destaques Linha 15 Metrô de São Paulo

Estações Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus passam a funcionar em horário integral

Novo trecho da Linha 15-Prata abriu às 4h40 nesta segunda-feira (06) após semana em que ramal teve problemas prolongados
Monotrilho da Linha 15: suspenso indefinidamente (GESP)

Como prometido pelo secretário dos Transporte Metropolitanos, Alexandre Baldy, o novo trecho da Linha 15-Prata, que inclui as estações Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, passou a funcionar em horário pleno pelo nesta segunda-feira, 06 de janeiro. Segundo nota do Metrô em suas redes sociais, as paradas inauguradas em dezembro abriram às 4h40 desta madrugada, assim como as outras sete estações do ramal. Elas funcionarão até a meia-noite em todos os dias com exceção de sábado quando a operação é estendida por mais uma hora.

O início da operação integral esteve ameaçado pelos problemas que afetaram uma viga-trilho na semana passada. Por conta de um desgaste prematuro, os parafusos de “finger plate”, conjunto metálico preso ao concreto, se soltaram e foi preciso reparar a viga de concreto. O problema afetou a Linha 15 de quarta-feira, dia 1º, até este domingo, 05, fazendo com que os passageiros que seguiam após Camilo Haddad tivessem que trocar de trem nessa estação. Já os usuários que utilizaram o novo trecho, até então aberto das 9h às 16h, precisaram fazer outra troca em Jardim Planalto.

Segundo relatos de usuários, a linha está operando normalmente em toda a sua extensão – informação confirmada também pelo site da companhia. Baldy, por sua vez, havia reafirmado em suas redes sociais que a operação integral começaria nesta segunda-feira caso os reparos fossem concluídos a tempo.

Com a adição das três estações, a Linha 15-Prata passa a ter 10,1 km de extensão operando de forma integral. A expectativa é que cerca de 330 mil pessoas passem a utilizar o ramal em dias úteis. Para se ter uma ideia, é pouco mais da metade do movimento da Linha 5-Lilás, mas quatro vezes mais passageiros do que o Expresso Tiradentes, corredor segregado de ônibus da SPTrans e que opera na mesma região.

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Ricardo Meier

É um entusiasta do assunto mobilidade e sobretudo do impacto positivo que o transporte sobre trilhos pode promover nas grandes cidades brasileiras. Também escreve nos sites Airway (aviação) e AUTOO (automóveis).

2 Comentários

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    • Da linha 5110 e atendimentos complementares. A 5142, 4310, 4210, 4221, 3390, 3141 e principalmente a 2290 que, a meu modo de ver, será encurtada no Terminal Vila Carrão. Isto porque, no caso da linha de trolebus, é mais fácil chegar ao Brás e ao Parque D. Pedro II via linhas 15, 2, 10 e 3. A linha 2290 sofrerá uma fuga de passageiros a ponto de correr o risco de ser realocada para outro TP. O prefeito Bruno Covas já deu a “senha”: monotrilho. Algumas das 20 linhas municipais do Terminal São Mateus serão, sim, canceladas. À medida que a adesão ao monotrilho aumenta, as linhas da SPTrans “baterão lata”. Tal qual foi no caso da Linha 5, lembremo-nos da linha Term. Sto. Amaro-Metrô Sta. Cruz., “rebaixada” a veículos Padron.

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