CRRC inicia ocupação de fábrica no Brasil
Localizada em Araraquara, no interior de São Paulo, unidade começou a ser ocupada. Local apoiará produção de 44 trens para o Metrô de SP
A gigante chinesa CRRC passou a ocupar oficialmente sua fábrica no Brasil nesta segunda-feira, 13. A empresa passou a operar a partir de parte das instalações da Hyundai Rotem em Araraquara (SP), que aluga o espaço para a fabricante.
A decisão de ter uma unidade no país ocorreu após a empresa vencer a concorrência para fornecer 44 trens da Frota R para o Metrô de São Paulo.
As composições, que serão as mais modernas da companhia, serão usadas na extensão da Linha 2-Verde até Penha e também reforçarão as frotas das linhas 1-Azul e 3-Vermelha.
Parte do trabalho de montagem será feito em Araraquara, embora espere-se que a fabricação seja quase toda ela realizada na China.

O investimento na fábrica brasileira, no entanto, deve render mais frutos em breve já que a CRRC tem vários contratos fechados para outros sistemas.
Além de já produzir os novos trens do Metrô BH, a fabricante vai montar também as composições do Trem Metropolitano e Trem Intercidades entre São Paulo e Campinas.
Recentemente, a CRRC também foi anunciada como vencedora de uma disputa para fornecer seis novos trens para a Linha 4-Amarela.
Com futuras aquisições previstas para a Linha 10-Turquesa e Linha 5-Lilás, além da expansão da Linha 6-Laranja, as perspectivas para a maior fabricante de trens do mundo são bastante otimistas.
Nota do editor: o texto foi corrigido porque informava erroneamente que a CRRC adquiriu a fábrica em Araraquara. Na verdade, a Hyundai Rotem alugou parte da área fabril para a empresa chinesa e continua em atividade no país.

L2 = 44
L4 = 06
BH = 8±
L5 = 15±
TIC = 06±
TIM= 04±
==== 78 TRENS±
bastante hein !! qual justificativa da fábrica em Araraquara? Seria impostos?
Se maioria vai ser montado na China…
Iam aproveitar a estrutura de uma fábrica que já estava lá. Primeiro falaram q era a IESA, dps noticiaram q seria a da Hyundai Rotem.
Serão apenas montados aqui, com peças produzidas na China. Depois, quando não tiverem encomendas, desativam a “fábrica”.