Grupo estrangeiro apresenta proposta surpreendente de concessão das linhas 2 e 20 do Metrô

Avatar
Sediado no Reino Unido, Ascendal Group propõe projeto de operação da Linha Verde e construção da Linha Rosa em concessão com duração de 35 anos. Projeto deve ser analisado pelo governo e servir de base para futura licitação
Proposta de concessao conjunta das linhas 2 e 20 foi apresentada ao governo na semana passada (CMSP)

O governo Doria recebeu no início do mês uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) de um grupo estrangeiro interessado em assumir a concessão da Linha 2-Verde do Metrô e também viabilizar a construção e operação da Linha 20-Rosa, ainda em estudo. Segundo dados a que o site teve acesso, a proposta envolve a empresa britânica Ascendal Group, que atua no transporte de ônibus no Reino Unido, Chile e Singapura.

Uma MIP é uma espécie de primeiro passo para formalizar um futuro edital de concessão já que serve como estudo inicial que pode delinar a modelagem do projeto. A proposta do grupo britânico, que possui uma filial no Brasil aberta em 2018, no entanto, surpreende por envolver números superlativos. Vale ressaltar que esse tipo de proposta necessariamente não significa que a empresa é uma das potenciais candidatas a uma susposta licitação, mas pode vir a participar de algum consórcio caso a iniciativa dê fruto algum dia.

O desenho do projeto é no mínimo instigante ao propor a criação de uma operação gigantesca, capaz de transportar cerca de 3 milhões de passageiros por dia, algo como a soma das linhas 1 e 3 do Metrô, as mais movimentadas de São Paulo. As cifras relativas ao investimento beiram R$ 37 bilhões dos quais apenas R$ 7,7 bilhões seriam oriundos do poder público (desapropriações e outros custos secundários).

A previsão de início da concessão sugerida é de 2022, o que faria com que todo o projeto durasse até 2057. O custo total de operação chegaria aos R$ 40 bilhões enquanto a receita tarifária anual seria de R$ 2,7 bilhões, além de R$ 533 milhões de receitas acessórias. Segundo esse estudo preliminar, o ente privado teria uma taxa interna de retorno (TIR) de 8%. Um dos pontos da proposta, no entanto, preocupa ao prever que após o fim da concessão não haveria transferência permanente dos investimentos para o poder concedente (estado).

Uma explicação para isso pode ser o fato desse modelo de concessão não envolver grandes investimentos públicos, mas ignora-se como as duas linhas continuariam funcionando após o fim do prazo.

Estação da Linha 2-Verde: proposta prevê operação do ramal enquanto é construída a Linha 20 (CMSP)

Duas fases e quatro etapas

O projeto apresentado pela empresa estima um contrato de concessão de 35 anos, tempo-limite imposto pela legislação federal. Desses, oito anos seriam referentes à Fase 1, que foi dividida em quatro etapas a saber:

1 – A concessionária assumiria a operação da Linha 2-Verde do Metrô no formato atual, sendo responsável também por adequar e modernizar as 14 estações, frota de trens e sistemas.

2 – Ela implantaria os sistemas (alimentação elétrica, sinalização e telecomunicações) e aquisição dos trens para a operação da extensão da Linha 2 entre Vila Prudente e Penha.

3 – Expansão da Linha 2 entre Vila Madalena e Cerro Corá e também entre Penha e Tiquatira, onde haverá a ligação com as linhas 12 e 13 da CPTM (incluindo a estação Penha de França).

4 – Implantação da primeira fase da Linha 20-Rosa entre Santa Marina (ligação com a Linha 6) e São Judas (Linha 1), com investimento total feito pela concessionária.

A chegada da Linha 20 até o ABC Paulista (Santo André) é citada como não prioritária, apenas um investimento potencial que incluiria nove estações. Não há qualquer menção à extensão da Linha 2 após Tiquatira e sua prometida chegada até Dutra (Guarulhos), embora esse trecho esteja contratado pelo Metrô, mas sem previsão.

A operadora privada teria então 27 anos para explorar os dois ramais metroviários além do potencial comercial das estações e seus arredores. O projeto seria uma concessão patrocinada com contraprestação (PPP) ou valor de outorga (concessão comum) anual de R$ 950 milhões.

Ramais somados podem chegar a 50 km de extensão

A parte do poder público

Caberia ao governo, além de fiscalizar a concessão, obter licenças para implantação do projeto, reassentar famílias em áreas que serão utilizadas pelas linhas, declarar imóveis como de utilidade pública e arcar com as desapropriações, efetuar o pagamento da tarifa por transporte de passageiro pelo sócio privado, além de compensações em caso de demanda frustrada, entre outros. Haveria ainda índices de desempenho que influenciaram o valor pago ao concessionário, nos moldes do que prevê o edital das linhas 8 e 9 da CPTM.

Projeto complexo

Pela enorme vulto e complexidade, a proposta de conceder dois ramais metroviários em estágios tão diferentes significa um enorme desafio. A Linha 2, inaugurada há quase 30 anos, opera num padrão antigo do Metrô, com bitola de 1.600 mm e alimentação de energia por terceiro trilho além de compartilhar infraestrutura e sistemas com as duas primeiras linhas da companhia. Já a Linha 20 por si só já apresenta dificuldades imensas por sua grande extensão e o fato de atravessar regiões contrastantes, sejam áreas industriais ou de alto valor imobiliário como a avenida Faria Lima.

Mas não há dúvida alguma sobre impacto positivo que um projeto como esse poderia ter na rede metroferroviária. Somadas, as duas linhas poderiam chegar a quase 50 km de extensão, considerando o trecho entre São Judas e Santo André, e terem um papel fundamental na redistribuição de passageiros no sistema já que ambas têm um perfil perimetral tão necessário atualmente.

O caminho normal para uma proposta desse gênero, no entanto, é passar por análises do governo que então pode abrir uma consulta pública para receber estudos de outras empresas. Foi isso que ocorreu, por exemplo, com o Trem Intercidades, que no fim sofreu várias alterações na concepção original, bastante ousada e cara, para tornar-se um projeto mais simples e que deve ser lançado em 2021. Resta saber quanto tempo a Linha 20 (já cotada para uma concessão) e a Linha 2 (uma certa surpresa) ainda levarão até o dia de um suposto leilão.

Total
37
Shares
26 comments
  1. de surpreendente isso nao tem nada. o governo dória está vendendo o estado e a cidade de SP para estrangeiros faz tempo. vai acontecer o mesmo que aconteceu com as linhas 8 e 9. começou com uma MIP da triunfo, que nao conseguiu nem administrar o aeroporto de viracopos, e depois virou esse projeto que abriu as pernas para a CCR e que praticamente é uma troca de administraçao patrocinada, visto que os prometidos investimentos foram reduzidos a compras de trens, simples reformas de estaçoes e construçao em outros locais de infraestrutura q já existe em presidente altino. se o governo continuar nessa empreiteitada de entregar o transporte metropolitano para concessionarias, logo estaremos gastando uma linha de metrô por ano de contraprestaçao publica em favorecimento ao “parceiro” privado. se a concessao da 8 e 9 sair, será mais uma empresa que vai comer o bolo na camara de compensaçao, q já deixa migalhas principalmente pra CPTM. dessa forma o q sobrar da CPTM vai ser cada vez mais sucateado, ainda considerando q ficará com as piores linhas. é um governo desastroso, um estado rico, com um PIB maior q a grande maiorias dos paises do mundo. e mesmo assim nao tem dinheiro pra nada. quer dizer, pros amigos sempre sobra né.

  2. “A Linha 2, inaugurada há quase 30 anos, opera num padrão antigo do Metrô e compartilha infraestrutura e sistemas com as duas primeiras linhas da companhia”. A linha 2 já usa o CBTC em sua última versão, como ela opera no padrão antigo?

    1. Caro Leonardo, o texto não ficou claro a respeito disso. Não me referi ao CBTC e sim às características de bitola de 1.600 mm e terceiro trilho. E usei o termo antigo não por ser obsoleto, mas porque o Metrô tem focado agora em bitola internacional e alimentação elétrica por catenária.

  3. Bem, ai ta uma coisa que eu defendia, conceder as linhas 7 e 8 + TIC Sorocaba e Campinas e fazer uma concessão da L9 em conjunto a L20 (dava a L9 de graça e mandava construir a L20), já q uma linha vai tirar boa parte da demanda da outra.

  4. Não acho que seria prudente o Governo conceder a linha 2, pelos seguintes motivos: Frota Intercambiável – A frota das linhas 1, 2 e 3 não é específica aos ramais para os quais foi planejada, por exemplo, temos todos os trens da frota G nas 1 e 3, sendo que foram planejados para a 2, além da única frota operante na 2 ser uma modernização da A, tradicional da linha 1 (e também vista lá). Essa troca toda é muito benéfica ao sistema, já que permite um melhor planejamento de manutenção e operação, direcionando as frotas para as linhas conforme suas características, melhorando o desempenho; O Sindicato – nem tem muito do que dizer aqui, se o Governo realmente quiser conceder uma das 3 linhas mais antigas, o Sindicato dos Metroviários vai cair em peso por cima desses planos, na melhor das hipóteses atrasando o processo em alguns anos (vide linha 15, que nem é tão querida assim); Investimento Disperdiçado – como qualquer concessão de linha já construída e em operação, geralmente o dinheiro para construir o trecho veio dos contribuintes, e, no momento de retorno dos investimentos, eles são desviados à iniciativa privada, muitas vezes não retornando ao sistema, e encarecendo o transporte (uma vez que parte dos recursos de tarifas obrigatoriamente vira lucro no modo privado, enquanto para o setor estatal o que seria lucro pode ir para melhorias ou manutenção mais profunda no serviço); Perda de Identidade – esse problema não seria exclusivamente culpa da linha 2, mas com o aumento no número de PPPs, cada empresa operadora nova tem uma identidade visual distinta, que é colocada em toda a comunicação pública que ela realiza, inclusive dentro do sistema. Isso causa confusão, pois o que uma vez foi separado entre Metrô e CPTM (o que já não era muito bom, como o próprio nome deste site nos faz refletir), agora virou Metrô, CPTM, ViaQuatro, ViaMobilidade, Operadora das Linhas 8 e 9, Operadora da Linha 7 e TIM, LinhaUniversidade e, no caso potencial da reportagem, Operadora das Linhas 2 e 20. Por fim, ainda há a questão da Câmara de Compensação – embora este Governo nunca vá assumir isto, ela não é eterna ou infinita, com tantos operadores para pegar sua fatia, logo teremos uma situação na qual o Governo subsidia as concessionárias privadas gastando mais do que usava nas estatais, principalmente se for conceder as linhas que essas empresas já operam, pois o aumento de usuários devido às contrapartidas dos contratos não é suficiente para equalizar essa balança, prejudicando o erário e os contribuintes. Realmente espero que essa potencial concessão da linha 2 fique só na teoria…

    1. Pedro, sua resposta foi excelente.
      Concordo com todos os pontos, exceto o da Perda de Identidade. Não vejo como algo negativo; não prejudica a entrega do serviço.

      1. São Paulo cada vez mais próxima de uma malha metroferroviária de primeiro mundo. Vai demorar um pouco, mas considerando o quase nulo investimento do governo federal no sistema metropolitano, o esforço estadual já é uma grande coisa. Sistemas metropolitanos de grandes cidades do mundo receberam grandes investimentos de seus países e o metrô paulistano com seus investimentos estaduais é uma vergonhosa exceção.

        1. kkkkkk, já faz 30 anos que o PSDB vem com esse papo de malha metroferroviária de primeiro mundo… “Vai demorar um pouco”???? Sério que você não sente vergonha de falar que vai “demorar um pouco” sendo que o povo de SP já está há décadas esperando por isso, passando várias gerações pra poder concluir algumas parcas estações de metrô??? Não vem com esse papo de jogar a culpa no governo federal, SP sempre foi o Estado que mais recebeu recursos sendo FHC, Lula, Dilma, Bolsonaro ou qualquer outro presidente! A incompetência é do PSDB mesmo!

          1. Kkk, este seu papinho de sindicato não engana os paulistas é é bem típico de quem não tem menor ideia de quem paga as contas em nível estadual e federal. Antes de criticar a opinião alheia, tente analisar o site de transparência federal, se é que tem ideia do que seja sisto. Há, há, há, para sua falta de lucidez e não estou nem um pouco interessado na sua opinião amadora.

          2. Ed, tem razão, sindicato não engana o povo de SP, quem engana os paulistas é o teu PSDB mesmo… engraçado, vc fala nos paulistas em terceira pessoa, sinal de que nem paulista deve ser! Daqui a 30 anos vc vai continuar postando na internet que SP tem que aguardar com paciência que os tukanos vão transformar o transporte daqui em transporte de primeiro mundo… quem quiser que continue sendo otário e acreditando nesse papo furado! Você e o teu PSDB é que deveriam aprender melhor sobre transparência pública!

          3. Vocês estão certos e nós paulistas estamos todos errados, kkk. Sou paulistano e aconselho a engolirem seu recalque, ninguém está interessado neste chororô. Já morei no exterior e conheci vários sistemas metropolitanos pelo mundo e vejo com otimismo o aumento e planejamento racional de todo sistema metroferroviario de São Paulo que aumenta em quantidade e qualidade. Não fosse assim não haveriam interessados estrangeiros, como diz a postagem. Saiam da casinha e vão conhecer um pouco mais por aí…

        2. esse Ed é alter ego do Ivo? ou vice-versa?

          de onde vc tirou que todo o investimento da STM no estado de SP sai exclusivamente das finanças estaduais?
          o atraso na expansão da linha 2 e da linha 9 se dá justamente por demora de repasse de verbas federais.
          todos os projetos de expansao em SP sai com repasse de verbas federais. muitas sairam com dinheiro do PAC. ainda há os financiamentos do BNDES, como o caso da PPP5000 para a compra dos trens serie 8000.

          nao viaja na maionese na tentativa de defender seu partido do bico longo, que em 30 anos faliu e sucateou o estado em todas as esferas. é delegacia caindo em pedaços, escola de pessima qualidade, esgoto sem tratamento, falta agua, segurança publica falha, crescimento de facções criminosas nos presidios, rouboanel, hospitais em precariedade, e por ai vai …

          1. Esse Ed é outro robô do PSDB vindo fazer campanha pro partido dele aqui. Deve viver numa realidade paralela pra defender tanto assim os tukanos e pintar SP como se fosse a Suiça do hemisfério sul.

    2. Excelente e didática explanação Pedro!
      No Brasil a totalidade dos trens metropolitanos nas grandes capitais são em bitola de 1,6m e catenária em 3 kVcc, e as linhas do metrô em 1,43m são só as 4 e 5 em São Paulo e na Bahia.

      No Rio bem como nas maiorias dos metrôs e ferrovias mundiais as três linhas de Metrô 1, 2 e 4 se interpenetram sem transbordo, pois possuem este tipo de conexão em “Y”, chamadas de tronco assim como a Linha-12 e variante Linha-13 da CPTM, desta forma os usuários se dirigem para seu destino devem observar na chegada, os indicadores de destino sem fazer baldeações nos frontais das composições ou nas laterais os letreiros luminosos ao lado das portas que tem esta serventia, de acordo com os gestores da proposta, a não ser que se consideram os usuários incapazes e não vão conseguir ler vai pegar para o destino errado, na volta até este cuidado é desnecessário.

      A Linha-5 Lilás até poderia se interpenetrar na Linha 2-Verde no terminal Chácara Klabin, sem transbordo com intuito de se evitar tumultos e aglomerações, mas infelizmente foi concebida em modais diferentes, porém a boa notícia é que existe um estudo avançado para se estender o seu terminal da Chácara Klabin para a Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa da CPTM, assim como já foi confirmado para a Linha 15-Prata.

      Este é mais um dos múltiplos exemplos práticos da importância econômica da racionalidade padronização e uniformidade da modulação trás para o sistema Metrô Ferroviário tanto para os usuários como para o operador.

  5. Excelente resposta Pedro! Isso que deve ser levado em consideração, e discutido. O Dória quer fazer TUDO, não tendo preparação pra fazer NADA. Ele deve tá achando será uma Margareth Tatcher de São Paulo. Coitado, só acho que nterdição pro Dória é pouco.

  6. Antes ainda do lançamento do aerotrem sobre a avenida Água Espraiada, quando a matéria saiu na Folha de São Paulo (com um belo croqui), eu escrevi para a Folha, e disse que sairia mais caro que o metrô(subterrâneo), além de esfeiar uma região antes bonita. Premonição? Não. Apenas basta raciocinar. Porque lançar várias linhas ao mesmo tempo é não concluir nada no prazo acordado. O importante é a LICITAÇÃO. Cada um pega a sua parte e depois, dane-se a cidade.

    1. A Água Espraiada era bonita aonde? Ali era uma comunidade horrível, e ainda tem áreas bem feias quando se aproxima do aeroporto de Congonhas. O monotrilho é uma obra que chama atenção sim, mas quando pronta trará um ar de modernidade e rapidez que SP merece.

  7. Não existe compromisso que o governante que estará no poder após 2032 tenha continuidade, ou seja, assim como aconteceu com a Linha 18-Bronze e inumeráveis outras, novamente o planejamento técnico está sendo desprezado para serem tomadas medidas volúveis e adaptadas sem fundamentos técnicos plausíveis, desta forma é incoerente se lançar as Linhas 19-Celeste e 20-Rosa a se juntarem as dezenas de obras incompletas e que só serão viáveis após 2034, o texto publicado abaixo é esta comprovação desta absurda dupla exclusão.
    “A chegada da Linha 20 até o ABC Paulista (Santo André) é citada como não prioritária, apenas um investimento potencial que incluiria nove estações. Não há qualquer menção à extensão da Linha 2 após Tiquatíra e sua prometida chegada até Dutra (Guarulhos), embora esse trecho esteja contratado pelo Metrô, mas sem previsão.”
    Vale dizer que existem no mínimo três opções mais econômicas e rápidas para se chegar em Guarulhos o município mais populoso do Brasil sem que se tenha de construir uma linha nova, que é expandir as existentes;
    1ª Estender a Linha 13-Jade (que hoje se encontra com baixíssima demanda) até a região de Bonsucesso, onde também seria também construído um pátio de manutenção.
    2ª Agilizar e se focar na extensão da Linha 2-Verde que está prevista para chegada em 2026 na Penha, porém sem previsão para Guarulhos.
    3ª Estender a Linha 1–Azul até Guarulhos via Jaçanã e passar próximo ao centro.
    Da mesma forma com relação a linha 20-Rosa que é paralela as linhas 7 e 10, a reunificação das Linha 7-Rubi, e Linha 10-Turquesa (esta injustificável mutilação foi após a criação da CPTM), a começar pelos sábados, domingos e feriados, retirado aquele Expresso ABC aos sábados, pois estas linhas sempre foram uma só como eram no passado com terminais em Francisco Morato / Pirituba, e Mauá / Rio Grande da Serra, a prioridade da reconstrução das Estações Lapa e Água Branca da futura Linha 6-Laranja do Metrô, Estação Bom Retiro, Nova Luz e Pari e a remoção dos cargueiros, esta reversão será perfeitamente viável também nos dias úteis, os gestores tem que entender que o investimento deve ser voltado para a construção e reforma das estações e não na troca de trens, embora a implantação de um sistema de sinalização seja um avanço, o CBTC, permite a redução no intervalo da linha com o consequente acréscimo de mais trens na operação, porém insuficiente, da mesma forma como a simples substituição dos trens como vem ocorrendo, e sempre dando prioridade para as linhas de maior demanda.

  8. Porque não se considera a extensão da linha verde até a estação jaguaré da CPTM, dessa forma atendendo a região da Vila Leopoldina (região que tem registrado uma considerável expansão).

Comments are closed.

Previous Post

EMTU oficializa preferência por entregar BRT do ABC para a Metra

Next Post

Metrô lança licitação das estações Boa Esperança e Jacu Pêssego da Linha 15-Prata

Related Posts