Metrô estudou cinco alternativas de traçado para a Linha 19-Celeste

Ramal que ligará Guarulhos à malha metroferroviária chegou a ter opção desmembrada da região sul da capital paulista
Linha 19-Celeste e suas alternativas de traçado (CMSP)

Os estudos para implantar a Linha 19-Celeste do Metrô prosseguem e um deles acaba de se tornar público, o chamado EIA/RIMA, que versa sobre o impacto ambiental do novo ramal. Entre tantas informações constam os traçados alternativos avaliados pela empresa contratada e repassados para a companhia.

Atualmente, a Linha 19 contará com 19,1 km de vias dos quais 17,6 km operacionais, além de 15 estações em seu trecho prioritário, que vai de Bosque Maia até o Anhangabaú. Para chegar a esse resultado foram estudas cinco opções de traçado, cada uma com a meta de resolver os problemas de mobilidade de quatro trechos pelo qual o ramal foi dividido.

A porção sul, por exemplo, foi escopo do trecho 1, que buscou entender as vantagens e desvantagens do traçado na região da Avenida Santo Amaro. Já o trecho 2 focou seu trabalho na região central da capital e foi o de alterações mais claras entre as propostas.

O trecho 3 estudou as possibilidade de trajeto entre a divisa de São Paulo e Guarulhos, local do pátio de manutenção, enquanto o trecho 4 buscou alternativas na parte final da linha, já no centro de Guarulhos. Veja a seguir cada traçado alternativo:

Alternativo 0

Alternativa 0

A alternativa 0 é a mais próxima do traçado final da Linha 19 em sua fase prioritária. Mas há importantes diferenças no chamado Trecho 4, em Guarulhos, com a estação Tancredo Neves como terminal, mais ao sul. Na divisa entre os dois municípios também é possível notar a estação Edu Chaves, que não foi aprovada.

Já na região Nordeste da capital o ramal apresenta um percurso mais direto, com estações diferentes como Vila Medeiros. Há também uma pequena extensão ao lado da estação Catumbi que imagina-se seja um estacionamento de trens. A estação Mercado e a estação Bixiga foram descartadas enquantro outras tiveram o nome alterado mais tarde.

Alternativo 0′

Alternativa 0′

A alternativa 0′ é parecida com a alternativa anterior e traz como diferença mais marcante a conexão da Linha 19-Celeste com a estação Brás da CPTM, o que ampliaria as possibilidades de baldeações, mas tornaria a já sobrecarregada parada ainda mais confusa.

O traçado também mostra as estações Celso Garcia, João Boemer, Bixiga e Mercado, que não constam mais dos planos. Por outro lado, a estação Bosque Maia aparece numa área aproximada da atual enquanto o trecho 3 se avança na direção oeste, ficando mais próximo da Linha 1-Azul.

Alternativa 1

Alternativa 1

A Alternativa 1 traz as estações Jd. Japão e Jd. Brasil, que constam no plano final, mas inclui a estação Vila Endres, em Guarulhos, além de alterar levemente o traçado no município. Há dois “rabichos”, possivelmente ligados a pátio e estacionamento, nas estações Jardim Julieta e João Boemer.

Como no traçado 0′, a Alternativa 1 também propõe a ligaççao com a estação Brás e mais, a criação da estação Rangel Pestana, ao lado de Pedro II, e uma nova Sé, entre Liberdade e a Sé original. Nessa hipótese, as estações São Bento e Anhangabaú seriam suprimidas, com a introdução da estação Jaceguai na Avenida Brigadeiro Luiz Antonio.

Alternativa 2

Alternativa 2

A Alternativa 2 acertou a posição de Bosque Maia, mais ao norte, assim como outras paradas em Guarulhos, mas manteve a estação Vila Endres em vez de Vila Augusta. Há uma pequena diferença na localização de Jd. Julieta, mas até Pari a Linha 19 parece a oficial. É aí que surge a grande mudança, com a criação da estação Gasômetro, estranhamente distante de Pedro II.

O traçado também manteve a nova estação Sé e a estação Jaceguai. Vale notar também que a estação Campo Belo, no sul, aparece mais a oeste do que o normal, o que se repete nas alternativas 1 e 3.

Alternativa 3

Alternativa 3

A Alternativa 3 é de longe a mais curiosa. Além de bancar as estações Tancredo Neves, Vila Endres, Sé e Jaceguai, todas eliminadas, essa opção imaginou a Linha 19 dividida em dois ramais sem ligação direta. A Linha 19 “prioritária” seguiria em direção oeste a partir de Catumbi, parando nas estações Carlos de Campos e Canindé antes de terminar a viagem na Luz.

Já a Linha 19 da segunda fase seria quase idêntica à maior parte dos traçados entre Campo Belo e Bela Vista. Dali o ramal teria as estações Jaceguai e Sé, como em outras propostas, mas então seguiria paralela ao sul da Linha 3-Vermelha, com uma nova estação, Alcântara Machado, e a partir daí se unindo a própria Linha 3, a partir de Belém, aparentemente.

Vale ressaltar que os estudos levaram à decisão de aproveitar trechos diferentes das cinco alternativas, daí o traçado final não ser coincidente com nenhuma delas.

 

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  1. O problema está na palavra “planejamento“
    Na verdade não são planejamentos, são simplesmente “intenções”, boas até, mas passam disso.
    Não passam de exercícios acadêmicos de futurologia, que não chegam na análise da viabilidade econômica e por isso não saem do papel, pois não há recursos previstos para sua execução.
    Ruim é ficar vendendo a ilusão de que as obras serão executadas quando se sabe que não há verba para tanto, nem no estado nem na iniciativa privada.

    O que é paradoxal nesses projetos do Metrô e CPTM que nunca saem do papel e as empresas que elaboram os projetos é que vão ser beneficiadas, nunca avançam e quando tem novidades é sempre de adiamento. O conselho para a gestão seria focar nas obras paradas e em andamento, pois essas sim tem mais possibilidades de se tornar realidade. Direcionar energia e recursos para o que já estão iniciadas e incompletas, seria forma mais assertiva para pensar em linhas que nem do papel saíram.

    Com relação a isto deveriam focar na conclusão das extensões das Linhas 2-Verde e 13-Jade que poderão ser concluídas até Guarulhos até o final desta década, caso se opte por esta linha alternativa é para o final de década de trinta!

    1. Leoni é contra planejamento e projetos. Se o seu pensamento fosse o vigente, São Paulo nunca teria metrô, pois o metrô levou anos sendo planejado até sair do papel.

      1. Ivo, talvez para você entender o que significa cumprimento de cronogramas e planilhas em montagens de obras, e quanto isto é importante sugiro as seguintes leituras com reflexão das seguintes matérias editadas pelo Ricardo Meier nas quais com exceção das Linhas 1 e 3 do Metrô, as demais estão inacabadas;
        1º O que ocorreu com os ambiciosos planos de expansão do Metrô e CPTM após 10 anos. 29 de junho de 2020
        2º A dependência privada no governo Dória na expansão sobre trilhos.
        3º “Metrô e CPTM têm 43 projetos atrasados ou paralisados, diz O Tribunal de Contas do Estado (TCE)” 22/9/20
        O Tribunal de Contas do Estado (TCE) divulgou nesta terça-feira (22) a lista de obras e projetos do estado que estão atrasados, um montante de cerca de R$ 50 bilhões em contratos dos quais quase R$ 40 bilhões envolvem o transporte sobre trilhos. É fundamental em engenharia que a construção e montagem devam ter seu cronograma cumprido dentro do prazo e não se adicione inúmeros aditivos alterando o orçamento original. Também neste principio, existe um ditado que diz “Em engenharia, quando a construção e montagem inconclusas conforme o planejado, os gastos com ás desmobilizações, retomada, mobilização, a única coisa que é certa é o prejuízo”. Como resultado tem se elevados gastos com equipamentos ociosos, alguns em deterioração e em estado de condicionamento e comissionamento devido ao adiamento constante dos projetos, montagens, construções e testes até as partidas de operações das Linhas, como é o caso daquelas duas tuneladoras de custo de milhões de Reais e que foram mergulhadas no esgoto adquiridas para a Linha 6-Laranja por conta de precipitação para se fazer uso eleitoral, mas que não servirão para a outras Linhas.

        Com relação a minha resposta sobre sua indagação sobre especificação de trilhos está no blog do COMMU, pois este estava fechado.

        1. Todo projeto desse porte atrasa no mundo inteiro, aqui não seria diferente. Talvez não atrasem só no mundo imaginário onde você vive (ou finge viver). Projetos de engenharia desse porte dependem da economia e o Brasil está em crise econômica desde 2014 (por conta da desastrosa “Nova matriz econômica” implementada pelo governo Rousseff-e que não passava de uma cópia malfeita da política econômica estatista igualmente desastrosa do governo ditatorial de Geisel) .

          Sem recursos, como cumprir cronogramas que se tornam irreais? A lei brasileira permite até 25% de aditivos financeiros nas licitações por compreender a importância de problemas econômicos (como a inflação) podem trazer para o orçamento de projetos de grande porte. E a pandemia de Covid-19 desmobilizou momentaneamente o maior produtor industrial do mundo (China). Como cumprir prazos à risca com crise econômica e pandemia?

          Tuneladoras são compradas para projetos específicos, são raríssimos os casos de reciclagem dessa máquina no mundo (o custo de reciclar é quase o mesmo de uma máquina nova). E a Linha 6 não tem nada de eleitoreira, é uma obra necessária para a cidade.

          E sua sugestão de abandonar projetos para focar apenas no que está em obras faria São Paulo não ter nenhuma linha de metrô. O projeto da Linha 13, por exemplo começou em 2006, enquanto que a expansão da Linha 2 teve seu projeto elaborado em 2011. Se o seu pensamento fosse vigente, esses projetos nunca teriam sido realizados e essas obras nunca ocorreriam atualmente.

          1. Não é à toa que o PSDB está há trinta anos no governo em SP. Às vésperas das eleições como agora eles prometem com a conivência dos blogs divulgadores com múltiplas ilustrações instalar trens intercidades, linha e estação de metrô no bairro do cidadão e falam que se a oposição vencer, o Metrô não sai. O eleitor vota no cidadão, eles vencem e o Metrô ou as melhorias continuam não saindo mesmo assim, e caso fracassem atribuíram a culpa que o vencedor foi o adversário, as promessas de campanha se baseiam em período de quatro anos, mas agem como fossem eternos.
            Por exemplo quando o Alkmin se estava decidido que se iniciaria a Linha18-Bronze e cancelaria a Linha14-Onix, quando o Doria fez campanha até surgiu em inúmeros ‘Out-door’ abraçado com o Orlando Morando e esposa em São Bernardo no lançamento do Monotrilho, após tomar posse, cancelou a Linha mesmo pagando uma multa absurda para o consórcio VEM ABC para lançar o BRT da Metra, e relançar a Linha 14-Onix Pirelli Guarulhos, e uma nova Linha que correria em paralelo ao serviço-710 a Linha 20-Rosa cruzando Lapa e terminal Santo André como compensação, em 2021 foi definido que não adentraria no ABC, e recentemente o Rodrigo Garcia cancelou o trajeto da Linha 17-Ouro até Paraisópolis e depois alertado do erro que prejudicava sua campanha eleitoral voltou atrás.
            No Brasil, prometer e não cumprir é praxe e rotina para os políticos inescrupulosos, pois não é crime, e eles não tem que responder por isto em juízo. Já passou a hora do povo votar em pessoas comprometidas com os compromissos e cobrar seriedade para dos governos de SP.
            Existiu compromisso no passado por parte do Covas de não se iniciar novas obras sem concluir as dezenas de pendências, mas ficou na promessa, lamento que algumas pessoas tenham sérios problemas cognitivos e não consigam discernir certas situações!?

    2. Sim Leoni, terminar as obras em andamento e não planejar nenhuma nova, vai dar muito certo, o metrô vai se expandir muito assim.

    3. A expansão da L2–VERDE para Guarulhos (Dutra) COM a L19–CELESTE pronta já será um “erro”.
      Eu digo “erro” entre aspas mesmo, pois nada disso foi feito sem vários estudos técnicos.
      A questão é que o Metrô SP está decidido (sabe-se lá o porquê — ou talvez se saiba muito bem!), há tempos, que quer aliviar 02 (duas) de suas linhas às custas de descomunal sacrifício de quem depende ou dependerá exclusivamente da L2 para seus trajetos diários.
      Aliás, aliviar a L1–AZUL?! Por quê? Está superlotada? Se a L1 está saturada, o que se pode, então, dizer da L2, que já carrega hoje mais passageiros por hora de pico, em um mesmo sentido da linha, do que a L1?!
      Afinal, saturação de linha se mede por carregamento de passageiros por hora de pico em um mesmo sentido de deslocamento, e NÃO por número total de passageiros transportados por dia e nem por km de linha durante toda a operação comercial de um dia.

      Não vou citar dados oficiais atualizados que foram e são produzidos pelo próprio Metrô SP. Quem quiser pode solicitar via SIC.
      Contudo, o que se pode dizer, com clareza absoluta, é que esses dados refletem um paradoxo imenso, visto que as simulações de demanda indicam para a L2 em PENHA (em Guarulhos será ainda pior) um carregamento (de passageiros) por hora de pico MAIOR até do que a L3-VERMELHA registrava antes da pandemia.
      “Ah, mas a L2 opera com CBTC, e a L3 não!”.
      “Meu amigo, no ano que vem a L3 vai ter seu CBTC operando também!”.

      Ou seja, NÃO vão resolver problema algum, mas apenas transferi-lo de linha (na verdade, infelizmente, será ainda pior que isso).

      Essa história de que, dessa forma, vai melhorar a mobilidade na zona leste NÃO ME CONVENCE!
      Quero ver alguém explicar isso para o passageiro do monotrilho da L15 (que é obviamente da zona leste também) quando ele NÃO conseguir nem embarcar mais na L2 em Vila Prudente (e quando conseguir, em condições bem desumanas e degradantes).

      Enfim, tirem suas próprias conclusões!

      E para finalizar o que eu disse lá no início: se a L2 em Guarulhos irá colapsar mesmo com a L19 pronta, imagine sem a L19 para reduzir a pressão sobre a L2 em Dutra…
      Aliás, melhor nem imaginar!!!

  2. Sou contra esses cruzamentos de linhas sem promover conexão entre elas. Lembro quando a Linha 16 – Violeta estava planejada pro Ipiranga – Cachoeirinha (saudades), e em uma das versões de traçado não tinha a conexão com a Linha 4 – Amarela, embora as linhas se cruzassem. Acho um erro. Ainda bem que nesse caso da Linha 19, fizeram boa escolha

  3. Sei que não é o lugar ideal para essas opiniões, mas na minha leiga concepção acredito que futuras linhas e prolongamentos do metrô poderiam privilegiar conexões com estações de pouca demanda ou relevância como por exemplo, a linha 16 atender Mooca e ter como ponto final em Dom Bosco, a linha 20 ter como ponto final em Domingos de Morais, a linha 2 prolongada até Ceasa, a linha 1 estendida nas duas pontas do Tucuruvi até o terminal Vila Galvão e do Jabaquara até o terminal Diadema, somente a título de exemplos.

  4. Eu acho que as estações deveriam ser mais próximas umas das outras. Poderia ter pelo menos mais uma estação entre essas planejadas. Iria atender muito mais gente.

  5. Pessoal a L1 não dá para estender as pontas por que tá perto do limite a L19 vai para anhagabau tá cheia de pontos de estudo .

    1. Tiago,

      Se a L1 (que só vai ser beneficiada por todas essas expansões ou novas linhas) está “perto do limite”, o que se pode, então, dizer da L2, que já carrega hoje mais passageiros por hora de pico, em um mesmo sentido da linha, do que a L1?!

      Afinal, saturação de linha se mede por carregamento de passageiros por hora de pico em um mesmo sentido de deslocamento, e NÃO por número total de passageiros transportados por dia e nem por km de linha durante toda a operação comercial de um dia.

      Esse negócio de achar que uma linha pode abarrotar à vontade enquanto outra tem que andar no conforto pleno NÃO me parece nem um pouco lógico.

      Quanto mais o tempo passa, mais se vê que a verdadeira “menina dos olhos” do Metrô SP (apenas mascarada/disfarçada por alguns trens velhos sem AC, para não se levantar suspeitas) é a senhora L1.
      A L2 que se pensava que era NUNCA foi (a não ser no contrafluxo para atender meia-dúzia de gente da região intocável do Sumaré, via estações Sumaré e Vila Madalena).

      A meu ver, nenhuma linha deve ser privilegiada, do mesmo modo que nenhuma linha deveria ser sacrificada a todo custo em prol de promover literalmente conforto para outras.

  6. Isso é uma vergonha.. Entra ano e sai ano é sempre a mesma história mas metrô para Guarulhos nunca e a população acredita. Por que ficar planejando novas linhas se nem a linha que já está no projeto é feita? A linha 2 verde teria uma estação na divisa que seria a Paulo Freire e o final da linha seria no shopping Internacional. Não é mais lógico primeiro terminar essa linha que atualmente está sendo construída até a estação Penha, e aí sim pensar em outras futuras linhas? Esse é o significado da palavra planejamento e não o que vemos por aqui.

    1. Na verdade o que você está longe de ser considerado planejamento, no planejamento do metrô é sabido que levar a Linha 2 Verde até guarulhos causará um colapso na linha inutilizando ela e gerando mais problemas a população do que solução, a Linha 19 Celeste é prioridade justamente por ser um projeto casado com a L2 Verde, servindo uma solução completa e não uma gambiarra, leia mais antes de deixar um comentário burro sobre algo que você não sabe, projetos não são promessas e nunca devem ser confundidos com anúncios elitorais.

  7. O problema já começa no uso da expressão em português. “Alternativa” pelo seu uso ou sua empregabilidade , refere-se ao ponto e seu contraponto. Quando nos referimos à várias proposições, o correto será sempre usarmos o termo “opções”. No caso presente é errado utilizarmos “alternativas”. Cansado de ouvir isso!

  8. Eu não concordo com esses trasados (projetos e estações), tem traçados nada a ver, passar pelo Brás, caninde, catumbi, não são rentáveis, pois são área morta de passageiros ou irrisório, se salva da vl Maria, vl Gustavo e Edu Chaves pois tem potencial de passageiros, porém deveria passar já em Guarulhos, na Vl Galvão, (e como tem subida, “morro” ), cortava pelo anel viário passando por bons bairros populosos e carente de um bom transporte moderno, passando por JD Leda, Gopouva, outros bairros a frente chegando próximo de certos projeto já citado por eles, tipo, vl Gustavo, outro bairro a frente e logo após, lateral do centro de Guarulhos, rumo ao Bosque Maia, seria fantástico que ao invés de parar no bosque Maia, segui um pouco mais e ir até o Jd Moreira, daí fecharia com chave de ouro, terreno espaços ociosos tem muito nesse trecho, inclusive da Prefeitura. Isso se der alterar pra mais próximos de bairro aonde se terá passageiros, alguns estações desses vulgo projetos, vai ser estações pra inglês ver, pois terá muito pouco passageiros,ou nenhum, ficando uma estação meia morta, como algumas k existe no sistema atual.
    Concordo que antes de tá começando um monte de novas obras de grande porte, deveria ter 1 lei para começar 1 nova obra, as anteriores, estar com 85 a 90% concluídas, daí se iniava 1 ou 2 novas, assim se evitaria disperdicios de dinheiro com obras paradas anos e anos { monotrilho} é um exemplo além de várias do metrô.

  9. É engraçado ver que num blog sobre mobilidade existam tantas pessoas pahando de sabichões e demandando soluções rápidas e irreais sobre projetos, um é contra projetar alternativas, outro é contra projetar novas linhas tendo projetos em construção passando por gargalos, outros sequer sabem de alguma coisa e demandam soluções sem nunca ter pesquisado sobre o processo técnico de elaboração dessas linhas, sinceramente bizarro como as pessoas de abstem do curso natural da vida de aprender, só demandam soluções sem antes entender como chegar nelas, que bagagem é necessária para sequer der capacitado o suficiente pra criar soluções, bizarro.

    É claro no texto que isso são alternativas de um projeto em estudo e não uma promessa, também é claro no texto que um traçado foi definido julgando por melhor atendimento de demanda e custo de construção também, são tantas perguntas respondidas num texto e uma falta de interpretação imensa de quem finge ler o artigo.

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