TrensRJ leva pagamento por Pix a todas as estações da rede

Modalidade começou a ser implantada ainda pela SuperVia e já soma mais de 657 mil pagamentos desde a troca de operadora

Imagem aérea da Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro.
Imagem aérea da Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro (Divulgação SuperVia)

A TrensRJ concluiu a expansão do pagamento de passagens por Pix para todas as estações do sistema ferroviário do Rio de Janeiro. A operadora informou que a modalidade já está disponível em 100% da rede e registrou mais de 657 mil transações desde que assumiu o serviço, no fim de maio.

Entre 30 de maio e 31 de agosto foram contabilizados 657.606 pagamentos por Pix. Nos dias úteis, a média chega a cerca de 10 mil transações, segundo a empresa.

O passageiro realiza o pagamento diretamente na bilheteria e recebe o bilhete unitário ou QR Code utilizado para acessar as catracas.

A implantação, porém, não começou com a TrensRJ. O Pix já vinha sendo adotado gradualmente pela antiga SuperVia desde julho de 2025, quando passou a ser aceito inicialmente nas estações Central do Brasil, Engenho de Dentro, Maracanã, São Cristóvão e Santa Cruz.

Receba notícias quentes sobre mobilidade sobre trilhos em seu WhatsApp! Clique no link e siga o Canal do MetrôCPTM.

Em março deste ano, antes da mudança de operadora, a modalidade já estava disponível em 22 estações. A TrensRJ assumiu o sistema em 30 de maio e deu continuidade à expansão até alcançar toda a malha.

Pagamento por Pix na CPTM (Banco Central)

Pix se espalha pelos sistemas ferroviários

O pagamento por Pix também vem sendo ampliado em outras redes ferroviárias brasileiras. Em São Paulo, a CPTM começou a testar a modalidade neste ano e posteriormente expandiu o recurso para as máquinas de autoatendimento das estações ferroviárias, incluindo linhas concedidas à iniciativa privada.

Na Região Metropolitana de Porto Alegre, a Trensurb também permite pagamentos por Pix. O sistema gaúcho oferece inclusive uma solução pelo celular, com geração de QR Code para acesso ao transporte.

No Rio, a ampliação ocorre em meio aos primeiros meses de operação da TrensRJ, que assumiu os serviços ferroviários metropolitanos anteriormente administrados pela SuperVia.