Ventania é vilã que atrapalha operação nas linhas 7, 9, 10 e 11 nesta quarta, 10
CPTM, TIC Trens e ViaMobilidade tiveram que reduzir velocidade de trens diante de fenômeno
Geralmente associadas a problemas com energia, sinalização e quebra de trens, as falhas que afetam os ramais de trens metropolitanos tiveram uma vilã comum, a ventania que atingiu a Grande São Paulo no final da manhã desta quarta-feira, 10.
Regiões como a Lapa e o Aeroporto de Congonhas passaram por rajadas de quase 100 km/h, provocando destelhamentos e quedas de postes e cabos, entre outros.
O fenômeno acabou afetando as linhas 7-Rubi, 9-Esmeralda, 10-Turquesa e 11-Coral. No ramal administrado pela TIC Trens, uma árvore derrubada pelo vento atrapalha a circulação de trens desde 13h23.
Vias da Linha 7 (Jean Carlos/SP Sobre Trilhos)
A primeira a sofrer com o vento forte foi a Linha 10, que teve a rede aérea de energia avariada na altura da estação Capuava, em Santo André.
A Linha 11, por sua vez, sofreu com queda de energia no trecho entre as estações de Guaianases e Estudantes, mas a CPTM não explicou o que houve.
Por fim, a ViaMobilidade informou que também teve problema com uma árvore, que caiu na região da estação Santo Amaro da Linha 9-Esmeralda. Por esse motivo, a operação entre Santo Amaro e João Dias seguia por via única e com maiores intervalos.
Com boa parte das suas vias subterrânea, o Metrô tem menos propensão a esses problemas. Mesmo o trecho elevado não utiliza uma rede aérea de alimentação elétrica, o que reduz os riscos de queda. Os trens são conectados a rede de energia por trilhos.
