Catracas no Metrô de SP apresentam problemas para pagamento em cartões de débito ou crédito
Método foi ampliado nesta semana para todas os bloqueios nas linhas 1, 2, 3, 15 e 17, mas cinco estações avaliadas pelo site revelaram dificuldades para usar meio de pagamento
Desde segunda-feira, 14 de setembro, passageiros podem pagar diretamente com cartões de crédito ou débito nas catracas de todas as estações do Metrô de São Paulo. No entanto, testes realizados pelo site um dia após a implantação do sistema identificaram problemas na utilização dessa forma de pagamento.
A reportagem do MetrôCPTM testou o pagamento com cartões bancários em cinco estações da Linha 1-Azul e encontrou dificuldades para realizar a transação em todas elas.
Nas estações Luz, Carandiru, Tucuruvi, Santana e Paraíso, pelo menos uma catraca habilitada para diferentes meios de pagamento recusou cartões de crédito e débito durante os testes.
Em Carandiru, a falha ocorreu nas catracas 10 e 11 do acesso à plataforma no sentido Tucuruvi. Naquele momento, eram os únicos bloqueios multimodais liberados para entrada nesse acesso. Uma terceira catraca, destinada exclusivamente ao pagamento com cartões de crédito e débito, funcionou normalmente.
A indisponibilidade de uma catraca pode obrigar o passageiro a procurar outro bloqueio ou utilizar uma forma diferente de pagamento. Dependendo da quantidade de equipamentos disponíveis, a falha também pode dificultar o acesso à estação.
Catraca do Metrô de São Paulo, identificada para emprego de pagamentos por cartões de crédito ou débito ((MetrôCPTM))
Desde segunda-feira, 14 de setembro, o pagamento com cartões de crédito e débito foi ampliado para todos os bloqueios das estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 15-Prata e 17-Ouro. Até então, essa modalidade estava disponível apenas em catracas específicas equipadas pela Autopass.
Os equipamentos multimodais também continuam aceitando Cartão TOP, Bilhete Único e bilhetes por QR Code.
Procurada pelo MetrôCPTM, a Autopass, responsável pelos validadores instalados nas catracas, afirmou ter realizado testes no sistema e não ter identificado falhas na leitura dos cartões.
Segundo a empresa, dificuldades na transação também podem estar relacionadas ao estado de conservação do cartão bancário ou de seu chip, o que pode prejudicar a leitura dos dados necessários para a cobrança da tarifa.
