Metroviários mantém estado de greve enquanto votam por possível paralisação no dia 25

Categoria abriu votação de 24 horas em assembleia realizada na noite da quarta-feira, 11, abordando plano de demissão voluntário e terceirização

Composições do Metrô de São Paulo (Jean Carlos)
Composições do Metrô de São Paulo (Jean Carlos)

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo abriu uma votação de 24 horas na noite desta quarta-feira (11) para decidir os rumos do estado de greve decretado no começo da semana.

A entidade protesta contra pontos como a ausência de concurso público desde 2016, a realização de Programas de Demissão Voluntária (PDV) e cinco de Demissão Incentivada (PDI). 

Além disso, os funcionários reclamam da terceirização de serviços e da negativa do Metrô em iniciar negociações sobre o Plano de Carreira e do pagamento dos chamados “steps” – mecanismo de progressão salarial.

Entre os pontos que a entidade pretende discutir com a direção da companhia estão o fim do limite de 1% da folha para pagamento dos steps, a revisão de critérios de promoção considerados subjetivos, como a análise comportamental, a criação de concursos internos para funções de encarregado, técnico e supervisor, e alterações nas regras de nota de corte em processos seletivos internos.

Na votação aberta e que será encerrada no fim desta quinta-feira, os metroviários votam a proposta de realizar uma nova assembléia no dia 24 e marcar uma possível greve no dia seguinte, 25 de fevereiro, uma quarta-feira.

Assembleia do Sindicato dos Metroviários (Reprodução)

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