Estação Hebraica-Rebouças passa por mudanças na comunicação visual

Parada da Linha 9-Esmeralda recebeu recentemente melhorias na comunicação visual que permitem uma melhor legibilidade por parte dos passageiros
Melhorias na comunicação na estação Hebraica-Rebouças (Jean Carlos)

A estação Hebraica-Rebouças da Linha 9-Esmeralda, operada pela ViaMobilidade, passou recentemente por mudanças na sua comunicação visual. Uma série de placas foram substituídas por versões reformuladas que aprimoram a legibilidade das informações.

As mudanças mais visíveis podem ser notadas na região das plataformas de embarque. O padrão cromático da linha foi mantido, enquanto as fontes foram alteradas para um padrão mais moderno.

Os símbolos que indicam informações importantes agora estão dispostos dentro de quadrados. Além da melhor disposição da comunicação dentro das placas, os pictogramas, símbolos especiais utilizados na comunicação, ficam mais claros para os passageiros.

As mudanças também estão nos mapas das linhas que adotaram o padrão de posicionamento por sentido, deixando colorido o trecho a ser percorrido, enquanto o trecho no sentido oposto ao da estação permanece em branco. Estes mapas melhoram a percepção do passageiro quanto ao destino do trem.

Por fim, foram também alteradas as indicações de destino nas plataformas. As mudanças foram mais singelas, mas atendem de forma bastante eficaz os parâmetros de legibilidade. Além desta parada, a estação Presidente Altino também passou por mudanças na comunicação visual.

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7 comments
  1. CCR-MOBILIDADE é muito eficiente nem trocar faxada e melhorar a publicidade, quero ver é pagar um salário decente, tendo em vista que paga quase metade do salário de maquinista, em comparação com os da CPTM, (e olha que o salário da CPTM não é o melhor do mundo, porém mais justo), pra piorar ainda usam uma carga desumana. Da pra entender a cobrança, a CPTM contava com 350 maquinistas experiente, em que os mais novos tinham em média 10 anos de condução de trem. Mais não para por aí a tragédia salarial, se comparar o salário da segurança própria da CPTM, que é praticamente 3x mais que os seguranças da CCR.
    Este é o maior prejuízo da privatização, pois a CCR visa somente no lucro e para isso, o passageiro fica sofrendo com o descaso e as constantes falhas e os funcionários submetidos a cargas extenuantes, com salários humilhantes.
    Privatiza que melhora.

    1. Calma, calma
      Um salário justo é muito relativo
      Segundo DIEESE o salário mínimo deveria ser de 5 mil mas como vivemos num mundo real e não teórico…
      Os maquinistas da CPTM nunca foram assim uma Brastemp e aconteceram vários acidentes e paralisações por a operação deixava muito a desejar
      A CCR pegou uma bucha e está acertando as coisas, lembre que assumiu a muito pouco tempo e por contrato ela não vai ser multada exatamente por isso
      Do jeito que vc coloca parece que antes era uma maravilha e agora degradou tudo…

      1. Oi? os maquinistas da CPTM tinham dezenas de anos de experiência, faziam um trabalho ótimo conduzindo trens manualmente com performance estável em horários de pico com 5min de intervalo, vc acha q isso n é um trabalho excepcional?
        Temos hoje a prova com a ccr não conseguindo nem chegar perto dessa regularidade e pior tendo vários erros, alguns fatais, óbvio que existe tempo de maturação do serviço, mas a L8 e L9 não são novas e recém abertas, o serviço tinha por obrigação ser mantido no mesmo nível de qualidade, essa concessão só veio trazer ônus pra quem utiliza as duas linhas

    2. Já começa que não é privatização e sim concessão, que são coisas diferentes. Dizer que a CCR só visa lucro, é chover no molhado. Nunca vi uma empresa privada que não vise lucro. No mais, você explicou muito bem o motivo de se conceder o serviço à iniciativa privdada.

      1. concessão é um dos tipos de privatização, visto que o estado repassa um serviço que é de sua responsabilidade para uma empresa privada (daí o nome privatização).

        na verdade a concessão é o pior tipo de privatização, pois o estado não vende, mas fica ad eternum com a concessionaria privada, e o estado não recebe nem 1% do que foi investido nas outorgas, e ainda é obrigado por questoes contratuais a garantir o lucro absurdo da concessionaria, o que eles chamam de reequilibrio economico-financeiro.

        primeiro que ferrovia nao é estagio para pegar experiencia, a troca de administração só seria justificavel se o novo administrador já chegasse mudando a forma de administrar (para o bem) logo de cara. não tem essa de pegar experiencia. segundo que a CCR apressou o governo do estado para fazer logo o leilao e receber logo a concessão (detalhe: isso antes de sairem os editais!), todo o periodo de transiçao e de prazo de repasse foi muito mais por exigencia da CCR do que do estado, logo a CCR é a total responsavel pelo pessimo serviço que está prestando. e todas as “buchas” da ferrovia, que nao é aquele mamao com açucar da linha 4, a CCR tinha ciencia. se aceitou administrar uma ferrovia com quase 100 km, diversos trens, estaçoes, sistema nao automatizado, linhas q passam em tudo q é regiao, sujeito a assalto, vandalismo, e etc, é porque vao receber muito, mas muito bem para isso. vê se em algum momento quer largar o osso? e pode ter certeza q essa multa de 4 milhoes nem vai coçar no bolso da CCR. e se as autoridades repassam o serviço para a CCR e se dobram as suas exigencias, nao é somente pela ideologia da privatização, se é q me entendem $$$.

        e quem paga por toda essa brincadeira é o contribuinte. eu e vc.

        e a plaquinha nova realmente mudou muito o que havia antes. a comunicação visual agora é totalmente outra, antes quem passava por ali nem imaginava qual estação era, ou q estava na linha 9 …

        1. Privatização seria o estado repassar todos os seus ativos para alguma empresa. Ela apensas concede o serviço, que pode ser revogado depois do contrato.
          O problema é justamente o serviço ser de responsabilidade do estado. Até pra comprar papel higiênico você precisa fazer licitação, se submeter a cartéis de todo tipo. Pois todo mundo quer se beneficiar de dinheiro público. Parece bizarro, mas criar mecanismos para combater a corrupção as vezes sai mais caro que a própria corrupção.
          Outra coisa que não se levou em consideração, mas muitas dessas linhas penam pra serem atualizadas, já que os recursos do estado se tornam cada vez mais limitados, e é muito caro manter uma empresa pública no Brasil. Logo você troca sua receita por uma possibilidade de investimento no longo e médio prazo.
          Se isso vai ser cumprido ou não, aí cabe a socidade questionar depois.

          1. a vantagem do estado é justamente poder alterar as leis (para o bem e para o mal). ou seja, ele depende de si mesmo para modernizar as regras de licitaçoes, compras, e tudo mais numa estatal. e considerando que o estado de SP nao tem oposiçao na alesp, isso seria traqnuilo de passar caso realmente houvesse interesse em modernizar, como já ocorre com outras estatais e orgaos publicos pelo Brasil afora. ou seja, nao há interesse dos governantes

            sobre carteis, a CCR é um deles. alias, todos os carteis e casos de corrupçao surgem essencialmente em contrataos celebrados entre poder publico e privado. logo, para diminuir esses casos, basta reduzir os contratos a somente aquilo que é essencial.

            sobre os recursos limitados do estado, lembramos que as concessoes custam mais para o estado do que as estatais. logo o argumento da falta de recurso ou custo elevado de uma estatal cai por terra. até porque, quem remunera as concessionarias é o proprio estado, que no fim, nada mais é que um “estatal” com dono particular.

            se o governo de SP manter a cabo o plano de privatizar todo o setor metroferroviario da forma como planeja, podemos ter num curto e medio prazo uma situaçao financeira insustentavel, algo q já ocorre com a prefeitura de SP e os onibus.

            um passageiro q pega o trem na linha 5, faz transferencia na linha 9 e depois na linha 4, custa 2,07 + 2,84 + 5,28 = 10,19 reais. enquanto ele paga na tarifa 4,40 reais.

            na prefeitura de SP, o subsidio com as empresas de onibus é de mais de 3 bilhoes por ano. isso porque a prefeitura chegou ao ponto de reduzir o numero de onibus em mais de 1000 para chegar nesse valor. há regioes em q há falta de onibus por esse motivo.

            a sociedade precisa questionar e cobrar que os gestores sejam gestores de fato. nao q estejam lá para fazer negocios em serviços essenciais para a populaçao. que coloquem pessoas competentes e façam leis para que o serviço publico seja publico e eficiente. isso ocorre em todos os países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

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