Destaques Linha 15 Metrô de São Paulo

Metrô autoriza obras para reduzir intervalo entre trens na Linha 15-Prata

Aditivo no contrato com o consórcio CEML prevê a extensão das vias em quase um quilômetro para permitir manobras mais ágeis do monotrilho
Linha 15-Prata: Metrô autorizou expansão das vias já prevendo o aumento da demanda (CMSP)

Prestes a ganhar mais três estações nos próximos dias, a Linha 15-Prata do Metrô ganhará quase um quilômetro de extensão até 2022. Não, não se trata de uma nova estação e sim do aprimoramento das vias a fim de permitir que o intervalo entre os trens seja reduzido. Para isso o Consórcio Expresso Monotrilho Leste (CEML) assinou um aditivo no valor de R$ 66,3 milhões para construir duas extensões de vias, uma após a estação Vila Prudente, com 380 metros, e outra depois da futura estação Jardim Colonial, com 560 metros.

De acordo com o longo termo de aditamento, as duas pontas do ramal de monotrilho passarão a contar com os aparelhos de mudança de via, chamados em inglês de “track-switches”. Com isso, a ideia é que os trens possam manobrar após as estações e assim tornar o carrossel mais eficiente já prevendo o grande aumento de demanda quando a linha chegar à Jardim Colonial em 2021.

Segundo nota enviada pelo Metrô ao site, “o aditivo contratual com o Consórcio CEML foi feito para a permitir a construção de novos sistemas de mudanças de via que vão agilizar a manobra dos trens, possibilitando a redução do intervalo da linha”. Questionamos a companhia sobre os detalhes dessas mudanças e se elas já são parte da futura extensão até a região de Cidade Tiradentes, mas o Metrô não comentou.

Como dito, o aditivo altera vários itens do contrato original, assinado em 2010. É um sinal bastante claro de que o governo do estado tem planos de retomar sua expansão e para isso acordou com as empresas do consórcio um novo cronograma de pagamentos em que as futuras fases foram desmembradas. Com isso, será possível assinar novas ordens de serviço segmentadas à medida que o Metrô obter recursos para construir novas estações e também a desapropriação de imóveis e alargamento da avenida Ragueb Chohfi. No entanto, o aditivo não prevê o início desses serviços neste momento.

Os dois “rabichos” da Linha 15: já parte de futuras extensões

A meio caminho de novas estações

As duas extensões contratadas farão com que as vias da Linha 15 cheguem até perto de futuras estações do ramal. Após Vila Prudente, por exemplo, os 380 metros se unirão aos 160 metros existentes hoje e que levarão as vias até bem perto do viaduto Grande São Paulo (caso o trajeto continue na avenida Anhaia Mello). O ponto fica a cerca de 1 km da estação Ipiranga, da Linha 10-Turquesa, e que faz parte de estudos para uma futura expansão. Essa obra tem previsão de entrega 330 dias após a assinatura da ordem de serviço, ou seja, ela pode ficar pronta até o final de 2020. Com isso, os trens que hoje manobram antes de chegar à estação Vila Prudente, atrasando essa movimentação, poderão seguir em frente e mudar de via sem afetar o carrossel.

Na outra ponta, a situação é mais tranquila. Como a estação Jardim Colonial só deve ficar pronta em 2021, os 560 metros de vias só serão úteis daqui a quase dois anos na melhor das hipóteses. Ao contrário de Vila Prudente, a ponta leste da linha só possui colunas e vigas-trilho até pouco antes da futura estação. Com as novas vias, a Linha 15 chegará a menos de 700 metros da futura estação Jequiriçá, já no trecho da avenida Ragueb Chohfi que precisa ser alargado e cujos terrenos já estão de posse do Metrô.

Formado pelas empresas OAS, Queiróz Galvão e Bombardier, o consórcio CEML é responsável pela construção das vias, sistemas e trens de monotrilho. Atualmente são 27 composições entregues, mas o projeto original contempla 54 trens e que deverão ser entregues à medida que a linha cresça assim como sua demanda. Aliás, demanda essa que já se aproxima das 100 mil pessoas por dia útil: em outubro a média foi de 93 mil usuários por dia com picos de 95 mil pessoas. Ao todo, a Linha 15-Prata transportou 2,4 milhões de passageiros no mês passado, nada mal para um modal tão criticado nos últimos anos.

Linha 15 tem hoje 27 trens de monotrilho, mas encomenda prevê outros 27 (GESP)

About the author

Ricardo Meier

É um entusiasta do assunto mobilidade e sobretudo do impacto positivo que o transporte sobre trilhos pode promover nas grandes cidades brasileiras. Também escreve nos sites Airway (aviação) e AUTOO (automóveis).

18 Comentários

Click here to post a comment
  • Detalhe, diz que a estação Jequiriçá será a primeira a ficar na Avenida Ragueb Chofi, porém é na verdade apenas na parte adensada. A estação Jardim Colonial já está localizada na avenida.

  • E o prolongamento da Linha -15 até a Estação Ipiranga da Linha 10-Turquesa quando vai acontecer? Não está mais nos planos?

    É prevista grande aglomeração e tumulto na Estação Vila Prudente caso esta providência não seja tomada.

    • O Metro já pediu a licença ambiental para a construção da estação Ipiranga da Linha 15 Prata.

      Em breve teremos novidades.

    • Não é previsto nenhum tumulto ou grande aglomeração em Vila Prudente, estação projetada para ser de integração desde sempre. Estações de integração são capazes de atender e absorver a grande demanda esperada.

      O que Vila Prudente (ou qualquer estação do mundo) não é capaz é de sozinha atender a demanda de uma região onde vivem mais de 4,5 milhões de pessoas.

      • Como sempre esse sujeito (Ivo) fazendo comentários sobre o que NÃO conhece (não é a primeira vez e provavelmente nem será a última). Em um outro dia, ele já falou tamanha asneira em outro site/blog sobre a “ociosidade” (palavras dele) da Linha 2-Verde. E agora mais essa! Deve ser porque ele não mora em nenhuma região atendida por essas linhas, então é mais ou menos como diz o ditado: “pimenta no do outro é refresco”.

        Só para informar aos possíveis desinformados: Vila Prudente (L2) NUNCA foi projetada para receber demanda de monotrilho nenhum (assim como Tamanduateí também não). Quando decidiram pelo monotrilho, Vila Prudente já estava em obras e nada foi alterado em seu projeto original. A integração que se previa nesta estação era com a Linha 6-Laranja, que seria uma integração para DIVIDIR demanda. Ou seja, ao contrário da Linha 15 em Vila Prudente, que só vem para SOMAR (e muito). A Linha 6 nesta estação havia sido inteligentemente pensada, na ocasião, para que a Linha 2 tivesse condições de ser expandida até a Linha 3 (a princípio, pensava-se em Tatuapé, depois se decidiu por Penha e Tiquatira na L12). Do jeito que está agora, expandir a Linha 2 só servirá para cavar a sua própria cova.

        E teremos problemas sim, já que a estação supracitada meio que já travou “apenas” com a sua demanda de pico atual, que não é nem metade ainda do que está projetado para vir logo mais (com Linha 15 em S. Mateus).

        Se você, Ivo (ou qualquer outra pessoa), acha que Itaquera na L3 (com 3 vias, e que permanecerá sendo terminal da linha) está cheia demais, então experimente colocar mais do dobro que entra em 1 hora em Itaquera na estação Vila Prudente da L2 (com estrutura inferior, pois só tem 2 vias e nem espaço para manobra de trens há; além do agravante de que vão expandir esta linha, o que não desafoga Vila Prudente, mas sim ao contrário).
        Enfim, não é hipótese. É o que teremos logo mais!

        • Victor, Vila Prudente sempre foi pensada para ser um hub de transportes, recebendo uma linha de metrô e dois corredores de ônibus.

          De acordo com os planos do Metrô (Rede essencial) e da Secretaria dos Transportes Metropolitano (PITU 2025-Plano Integrado de Transportes Urbanos), a estação Vila Prudente receberia a Linha 2 até Tatuapé (depois modificada para Penha) e dois corredores de ônibus (Paes de Barros e Expresso Tiradentes).

          Acha mesmo que uma estação pensada para ser um hub não poderia receber o monotrilho?

          Seu egoísmo em relação a linha 2 é inexplicável. As linhas de metrô são projetadas para transportar entre 50 mil a 100 mil passageiros por hora/sentido mais carregado em horário de pico. A Linha 2 atualmente tem capacidade de ofertar no horário de pico 50 mil lugares/hora/sentido mais carregado com um intervalo de 150 s. Assim, ela está atendendo ao mínimo do projetado para o metrô, por isso está ociosa.

          Com a expansão da linha 2 até Dutra, o metrô vai ampliar a frota e poderá ofertar até 80 mil lugares/hora/sentido mais carregado a um intervalo de 100 s. Essa oferta é mais do que suficiente para atender a demanda prevista para a Linha 2.

          Como ser contra a expansão da Linha 2 se ela vai beneficiar centenas de milhares de pessoas em São Paulo e Guarulhos? Qual é a razão de você ser contra a expansão do metrô?

  • Metrô, faça um favor à região de Vila Prudente: pare de ficar “brincando” de obra de monotrilho. Construir mais uma laje dessas nas proximidades da estação Vila Prudente da L15, sem, contudo, ajudar a desafogar a estação homônima da Linha 2, vai ser duro de engolir.

    Se for para causar ainda mais transtornos na região, pelo menos já leve de uma vez essa linha até o Ipiranga (o que, aliás, eliminaria a necessidade de construir mais uma laje imensa na Anhaia Mello).

    Caso “não tenha dinheiro” para tal, então que se adie a expansão da Linha 2-Verde, porque isto não é prioridade, até porque a Linha 15 já vai garantir o equilíbrio de carregamento entre as linhas na zona leste.

    Quanto mais reclama para eles, PIOR fica! Já estou ficando enojado disso.
    Nunca vi tanta falta de empatia!

    • A Linha 15 sozinha não garante equilíbrio na rede da Zona Leste, por isso outras linhas estão sendo projetadas para a Zona Leste como a expansão da Linha 2, Linha 16 (mostrada aqui no site), entre outras.

      Fala a verdade, você não quer a expansão da Linha 2 por ter medo de não viajar mais sentado. Será que sua vontade de viajar sentado pode se sobrepor aos interesses de 4,5 milhões de pessoas que moram na Zona Leste e que metade dessas pessoas não tem uma única opção de metrô próxima de casa?

      • Ivo,

        Agora entendi tudo. Ou vc desconhece as capacidades reais dos trens de metrô em SP, ou vc acha que tem que enfiar e caber mais de 08 pessoas por metro quadrado numa boa.

        Pelas suas contas, vc quer colocar mais de 2 mil pessoas (em um dos seus cálculos, mais de 2.200) por trem. Absurdo!

        Já considerando a lotação BEM ALTA (mas tratada como “padrão aceitável”) de até 06 pessoas em pé por metro quadrado, os trens atualmente em operação nas linhas 1, 2 e 3 têm, em média, capacidade MÁXIMA para até 1.600 pessoas aproximadamente. Já nos trens das linhas 4 e 5, esse número cai para, em média, até 1.500 aproximadamente. Sinto desapontá-lo, mas apesar de ser um transporte de alta capacidade sim, não é tudo isso que vc imaginava, a não ser que o Metrô passe a adotar trens maiores (com mais carros por trem) em algumas linhas futuras (mas duvido muito que isto possa acontecer no “conservadorismo” do Metrô). Ah, e no monotrilho da Linha 15 a capacidade máxima é para até 1000 pessoas.

        Outra coisa é que se fala de 06 pessoas por metro quadrado, mas se for analisar bem, o tolerável e ideal atualmente deveria ser entre 04 e 05 no máximo, isso também porque 06 pessoas hoje não ocupam, em média, o mesmo espaço que ocupavam nos anos de 1970/80. A % de obesos e pré-obesos no Brasil aumentou muito (são dados confiáveis comprovados). Não dá para comparar com o padrão asiático de lotação de 06/metro quadrado, porque a % de pessoas acima do peso nesses países é muito menor (baseado em dados confiáveis também). Então, por aqui, 06 (em média) ocupam naturalmente mais espaço do que, por exemplo, no Japão ou na China. Enfim, para o bem-estar de todos, os padrões de densidade de lotação no Brasil deveriam ser revistos para no máximo até 05. Mas menos de 06, no atual momento, é pedir demais, né? Rs.

        O intervalo mínimo atual entre trens programado na Linha 2 é de 128 segundos. O mínimo que se pode chegar atualmente (devido à configuração da estação Vila Prudente) é 120s. Com 100s (36 trens/hora/sentido), que já é um intervalo bem mais apertado para ser cumprido na prática (mesmo com CBTC), tecnicamente a oferta gerada não passa de 58 mil lugares/hora/sentido. Portanto, muito abaixo dos 80 mil citados. Só um adendo: as projeções de demanda mostram que só a primeira fase de expansão da Linha 2 (até Vila Formosa só) já extrapolam a sua capacidade máxima de oferta (como supracitado, não chegará a 60 mil lugares ofertados por hora e por sentido). Chegando em Penha então… acho que nem precisa falar.

        “Ah, mas com CBTC dizem que podemos chegar a apenas 75s de intervalo”. Pode esquecer! Isto é intervalo mínimo de PROJETO em condições totalmente ideais (de “laboratório”). O intervalo mínimo de PROJETO do ATC/ATO foi definido em algo em torno de 90s. Alguma vez conseguimos operar nessa faixa? Nunca! Inclusive, o próprio Metrô me afirmou outro dia que o intervalo programado há alguns anos para a Linha 3 (de 101s) nunca foi cumprido na prática e que só gerava muitas paradas entre estações com consequente aumento do tempo de viagem. Por isso, hoje, para ter mais fluidez no carrossel, o menor intervalo do Metrô é de 119s. Com CBTC, vão sim conseguir inserir mais trens (no máximo até uns 20% aproximadamente a mais de oferta com relação ao que temos hoje), mas as limitações que ocorrem na prática (sobretudo interferências humanas, de passageiros, além de não ser possível ficar só 20s com portas abertas em estações com grande movimento) sempre vão existir em qualquer sistema de controle, por mais moderno/tecnológico que seja (a tecnologia não impede alguém de segurar portas, nem as portas de plataforma impedem isto). Na prática, há uma defasagem de uns 25% entre a oferta de trens à qual se pode chegar efetivamente e a oferta à qual o projeto do sistema (seja qual for) “permite” chegar. Então, parece-me que o Metrô já percebeu isso e meio que definiu que o menor intervalo programado que será adotado, com CBTC, será de uns 100s aproximadamente (e aí, só fazer as contas para ver quanto dá para ofertar nessa faixa).

        Na sua visão, exceto a Linha 3, todas as demais de metrô pesado (inclusive a 4 e a 5) estão “ociosas”, pois carregam abaixo de 50 mil passageiros/hora/sentido. Até a Linha 1 (com quase 1,5 milhão de passageiros/dia) está “bem ociosa”, pois NÃO carrega mais de 40 mil pass/h/sentido atualmente. Aliás, até a Linha 3 ainda opera com muita folga a seu ver, pois carrega abaixo de 60 mil pass/h/sentido, portanto muito abaixo de 100 mil. Sem contar que a Linha 6 (com projeção de carregamento máximo em torno de 40 mil ou até menos) nem deveria sair do papel, pois ficará ociosa, né? Ainda faz sentido o que vc disse ou precisa de mais exemplos? Acho que é a demanda diária média (independente dos carregamentos) por km de linha que pode dizer se ela pode ou não “estar ociosa”.

        Quanto a mim, será que merece resposta? Bom, vamos lá. Primeiro que dificilmente preciso usar o metrô em horário de pico, mas faço questão de usar algumas vezes em pleno pico, para avaliar e saber como está (para não ficar só no mundo teórico). Então, eu poderia estar me lixando se os outros não vão conseguir embarcar nos picos, já que eu posso usar em outros horários, entretanto não olho só para meu umbigo.

        Viajar sentado? Hahaha. Me poupe e se poupe! Há muito tempo que no pico só quem faz viagem negativa em Tamanduateí é que senta. Mas eu não faço questão de sentar nem fora do pico quando sobram assentos, pois não tenho problema nenhum em viajar em pé, e também não faço questão de sentar nesses assentos duros. Mas todos temos direito sim a um transporte minimamente decente, até porque não é barato, então ninguém é obrigado a se espremer com mais de 6 em 1 metro quadrado.

        Não tenho nada contra a expansão do metrô. Aliás, muito pelo contrário, pois acho que ainda temos muito o que fazer. Mas sou contra sim a sua expansão irresponsável e “politiqueira”. Por que será que até hoje as linhas 1 e 3 não foram mais expandidas? Será por que as linhas não podem ser expandidas indefinidamente? Expandir metrô não é só sair prolongando o que já existe. Sou favorável e torço para que linhas como a 6, 16, 19, 20 (entre outras) saiam logo do papel. Também não vejo a hora de a Linha 15 se tornar realmente útil para muito mais gente que precisa, apesar do problema que será gerado em Vila Prudente (mas que tem solução, inclusive no curto prazo, se quiserem). Ah, e não duvide que a Linha 15 vai sim reequilibrar os carregamentos entre as linhas 2 e 3, se não ao longo de 2020, até 2022 certamente (se é que neste cenário a Linha 2 já não ultrapassa a L3, devido ao BRT do ABC em Sacomã).

        Não é a expansão da Linha 2 que vai salvar a zona leste (ao contrário até, pois ela vai, por exemplo, prejudicar passageiros da Linha 15 e também do ABC, os quais terão dificuldades enormes para seguir viagem pela Linha 2). É a Linha 16 que pode ajudar muito mais a zona leste, desafogando as linhas 3 (principalmente), a 15 e até a 2, e quem sabe um pouco até a 11. Sem contar que é o “fundão” da zona leste que mais precisa de metrô, onde a Linha 16 tem planos para chegar. A expansão da Linha 2 passa muito longe desse “fundão”.

        Falar em Linha 2 para também atender Guarulhos, é acreditar em ficção científica (ou, nesta época, em Papai Noel, rs). Guarulhos precisa ser atendido pela Linha 19. Esta linha tinha que estar na frente da Linha 2 em prioridade. Ah, a Linha 19 também ajudará a Linha 3, pois há bairros da zona norte (que serão atendidos pela L19) que hoje dependem da L3.

        Não sou eu que sou contra a expansão da Linha 2-Verde da forma como atualmente está projetada, mas sim os dados do próprio Metrô (de demandas atuais vs. projeções futuras) que mostram claramente que fazer isso nos próximos 10 anos pelo menos, sem fazer outra(s)/nova(s) linha(s) na zona leste, é insano (e só não vê quem não quer ou quem vai sair bem com isso em detrimento de quem vai se dar bem mal).

        Vou contar um particular para vc: a primeira fase de expansão da Linha 2 vai colocar uma estação quase na porta da minha casa (a menos de 250m). Se eu fosse egoísta mesmo como vc diz, eu iria mais é forçar a barra para expandir essa linha, só para eu ter metrô mais perto (e não ter mais que enfrentar a futura muito em breve superlotada Vila Prudente). Mas eu não penso assim. Eu penso nas linhas como um todo. Não adianta ter metrô na porta que não se pode usar em horário de pico. A não ser que sirva para valorizar o imóvel, vender e se mudar para um bairro servido por outra linha em condições mais aceitáveis (mais humanas) de lotação. Quem sabe não seja uma ótima ideia, né?!

        Falando em Vila Prudente (L2), vc precisa se informar melhor. Em nenhum cenário ela receberia 30 mil ou mais embarques por hora em um único sentido, só no cenário com a Linha 15, até porque o corredor de ônibus do Expresso Tiradentes (além de seguir até o centro, não morrendo em Vila Prudente) não conseguiria carregar o mesmo que um monotrilho, razão pela qual houve a inteligente e sensata mudança de projeto/modal. Sem contar ainda o fato de que a Linha 6, naquela ocasião, viria até Vila Prudente para dividir demanda (não para somar). Se a estação tivesse sido pensada para o que vai vir, certamente não estariam desenvolvendo um projeto agora para a futura instalação de mais escadas rolantes nas suas plataformas (onde, diferente de Pinheiros, nem há espaço para tal, portanto vai exigir enormes intervenções e transtornos).

        Enfim… Ivo, pelo visto, vc precisa consultar mais o SIC. Eu já pedi tanta coisa para o Metrô (e continuo sempre pedindo), que praticamente já tenho um banco de dados deles (rs).

        Acabei me alongando demais. Peço desculpas a quem não precisava ler tudo isso.

        • Metrô com 4 passageiros por metro quadrado já demonstra que todos os seus dados não vieram do metrô mas sim de especulações furadas.

          Em nenhum lugar populoso do globo se admite menos que 6 passageiros por metro quadrado. E 8 passageiros por metro quadrado é o que o metrô transporta em média nas grandes metrópoles do mundo.

          Se você tivesse realmente consultado o SIC não teria colocado tantos dados furados.

  • E a assinatura do contrato que é bom nada, eu mais umas 100 pessoas participamos do processo seletivo para vaga de Agente de segurança.

    E o início era para Maio de 2019 o que até agora não aconteceu. O ano está acabando e este contrato não é assinado.

    Eu e vários outros candidatos já até entregamos os documentos para admissão, fizemos todos os exames e teste exigidos todos aprovados.

    Porém já tem alguns exames que já venceram, única satisfação que tivemos foi no começo de agosto de pra cá mais nada! Só sabemos algo por matéria da internet.

    Não é correto isso com nós candidatos, muitos largaram seus empregos de anos na promessa de que depois da entrega de documentos estariam trabalhando.

    Esee caso deveria ser levado a mídia televisiva, pois muitos de nós fomos prejudicados pessoalmente e profissionalmente.

    Queremos uma resposta do governador de o porque tanta demora na assinatura deste contrato.

    • Se não está satisfeito, peça demissão. Ninguém te obrigou a largar emprego, largou por sua vontade própria. Nenhuma empresa no mundo é obrigada a contratar ninguém. A mera abertura de vagas não significa contratação certa, ainda mais imediata.

      Não é correto largar emprego em nome de algo vago e colocar a culpa na sociedade.

      • Vc não sabe nem o que tá falando, procura se informar melhor Zé ruela.

        Só pra vc saber, como já mencionei no meu comentário mais acho que vc não sabe interpretar um TEXTO.

        A todos todos os candidatos que participaram, do processo seletivo, para vaga de Agente de segurança.
        Nos foi *PROMETIDO* A contratação assim que se entregasse a documentação para registro.

        Então eu e os demais estamos no nosso direito de cobrar e exigir o que nos foi afirmado e garantido.

        Não fala oq vc não sabe!

    • O que isso tem a ver com a reportagem/matéria aqui informada? Estamos falando da expansão da malha…

Airway