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Saiba o status das obras de expansão do Metrô e da CPTM

Especial mostra em que estágio está a expansão da rede metroferroviária em São Paulo
Estação São Mateus

Para acompanhar a evolução dos projetos de expansão da rede metroferroviária o site mantém esse post atualizado com o status de cada linha bem como um indicador sobre o andamento das obras.

Atualizado em 13 de novembro de 2019.

Confira como estão as obras:

Terminal de ônibus da estação Água Rasa e cúpula

Linha 2-Verde
Projeto: expansão no sentido leste, com 14,5 km de extensão entre Vila Prudente e a cidade de Guarulhos, com 13 estações.
Status: reinício previsto para 2020

A extensão da Linha 2 é um dos mais importantes projetos de expansão do Metrô por permitir um certo reequilíbrio nos deslocamentos. Além de ligar parte de Guarulhos com a malha férrea, a Linha 2 terá a função de dividir o fluxo de passageiros do eixo Leste onde hoje a Linha 3 e a Linha 11 sofrem para levar milhões de passageiros. O governo, no entanto, fará o trecho em duas fases, a primeira de 8,3 km até a estação Penha, com oito estações.

Situação

A gestão Doria decidiu retomar o projeto de expansão da Linha 2-Verde, porém, até a estação Penha numa primeira fase. Em 2019, o governo afirma que fará o projeto executivo e que no primeiro trimestre de 2020 as construtoras que venceram a licitação em 2013 receberão a ordem de serviço para iniciar os trabalhos com previsão de entrega em 2025. O trecho até Guarulhos deve ser anunciado ainda em 2019, afirmou o governador.

No entanto, em recentes declarações, o governo afirma que a obra de fato só deve começar em algum momento de 2020, assim que os projetos executivos avançarem. Em julho, a STM deu luz verde para que parte dos lotes tivesse os projetos executivos iniciados. Já o trecho até Guarulhos depende de desapropriações, disse o secretário Alexandre Baldy.

Estação Vila Sônia

Linha 4-Amarela
Projeto: entrega da fase 2 da Linha, compreendendo mais quatro estações e ampliação do pátio.
Status: parcialmente inaugurada e parte em andamento

Depois de passar anos sendo tocada de forma lenta e mais um ano em processo de relicitação, a segunda fase da Linha 4-Amarela voltou a ser construída em agosto de 2016.

Em 2018, o Metrô finalmente entregou duas estações há tempos prometidas. A primeira foi a estação Higienópolis-Mackenzie foi aberta em janeiro. Colada à faculdade Mackenzie, a nova parada deve apresentar um movimento considerável. Em abril foi a vez de Oscar Freire, mas nesse caso a estação foi entregue com apenas um acesso – o secundário só foi concluído em julho de 2019.

A estação São Paulo-Morumbi, que voltou a ampliar a extensão da Linha 4, foi aberta em outubro de 2018. Agora os esforços são no sentido de concluir a estação Vila Sônia até o final de 2020, que terá um novo terminal de ônibus.

O governo também tenta alterar o contrato de concessão com a ViaQuatro para que seja possível que a empresa execute a construção do trecho até Taboão da Serra.

Projeção de estação da Linha 6-Laranja: esperança no horizonte (Fernandes Arquitetos)

Linha 6-Laranja
Projeto: nova linha subterrânea ligando a região da Brasilândia a estação São Joaquim, com 15,3 km de extensão e 15 estações
Status: parada

É, sem dúvida, o maior ‘abacaxi’ do governo do estado. Vendida como solução para acelerar a expansão do metrô, a PPP da Linha 6-Laranja acabou tornando-se um grande problema. Não só não acelerou as obras, que ficaram em banho maria enquanto eram resolvidos os casos de desapropriação como o consórcio vencedor, o Move São Paulo, não obteve financiamento do BNDES por ter entre seus sócios empresas investigadas na Lava Jato, incluindo a Odebrecht. Sem dinheiro, a Move São Paulo interrompeu a obra em 5 de setembro de 2016.

O que parecia ser um desfecho positivo em fevereiro acabou tornando-se uma péssima notícia. O grupo formado pelos chineses da CREC, a japonesa Mitsui e a RUASinvest, que havia acabado de entrar na sociedade, acabou desistindo de comprar a Move São Paulo. Com isso, o governo do estado já previa ter de realizar outra licitação após iniciar o processo de caducidade do contrato.

Ao assumir o governo, a gestão Doria decidiu suspender a efetivação da caducidade e buscou incentivar a Move São Paulo a encontrar um novo sócio ou comprador.

Situação

Após adiar por duas vezes o início da caducidade, o governo de São Paulo confirmou em novembro que a empresa espanhola Acciona fechou um acordo com a Move São Paulo para assumir 70% do projeto. A expectativa era de que em até 90 dias o novo contrato fosse aprovado pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos e que as obras possam ser retomadas em breve.

Estação Mendes-Vila Natal obras avançam com previsão de conclusão no final de 2020 (GESP)

Linha 9-Esmeralda
Projeto: extensão entre Grajaú e Varginha.
Status: em andamento

A mais simples das obras do governo do estado, a expansão da Linha Esmeralda até Varginha, incluindo a futura estação Mendes-Vila Natal, é mais um caso de gestão atrapalhada. Sem grandes desapropriações, com a via já existente, a obra segue em ritmo lento, para prejuízo de milhares de pessoas. O problema nesse caso foi contar com uma verba do governo federal que não chegou, entre outro motivos, porque o tipo de licitação feito pela CPTM não ser permitido pelo governo federal.

Situação

Em maio a estação Mendes-Natal foi retomada enquanto a estação Varginha ainda dependia de repasses do governo federal.A previsão de entrega das duas estações ficou para 2020 e 2021.

O primeiro trem da Série 2500 da CPTM deve entrar em serviço em dezembro (GESP)

Linha 13-Jade
Projeto: nova linha da CPTM que liga o aeroporto de Guarulhos à Linha 12-Safira.
Status: inaugurada

Em operação desde abril de 2018, a Linha 13-Jade conecta parcialmente o Aeroporto de Guarulhos à rede metroferroviária com três serviços, o comum até a estação Engenheiro Goulart, o Connect, até Brás, e o Airport Express, até Luz, mas com tarifa diferenciada.

Situação

Embora a parte civil esteja entregue, a Linha 13 ainda passa pela implantação e testes de sistemas, para que o intervalo entre os trens atinja o padrão – hoje ele é de 20 minutos. O ramal está prestes a receber o primeiro trem da Série 2500, fabricados exclusivamente para ele.

Doria conseguiu convencer o governo federal a dar um desconto para a GRU Airport, concessionário do aeroporto, para que ela tire do papel o “people mover” que ligará a estação Aeroporto Guarulhos ao terminal aerooportuário. No entanto, não há previsão clara sobre quando o projeto sairá do papel.

Colunas da estação Jardim Colonial

Linha 15-Prata
Projeto: extensão entre Vila União e Jardim Colonial.
Status: em obras

O primeiro monotrilho de grande porte brasileiro teve mais quatro estações abertas em abril de 2018. São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União foram inauguradas em meio à poeira e ainda muito a fazer. Desde janeiro de 2019, o trecho opera comercialmente e tem ampliado sua demanda mês a mês, e ganhou mais uma estações em agosto – Jardim Planalto.

Situação

O governo do estado deverá entregar as três estações que faltam do projeto original, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus entre o final de novembro e começo de dezembro. Neste ano, o Metrô também licitou a obra da estação Jardim Colonial, 11ª do sistema, que será entregue em 2021.

A  concessionária ViaMobilidade – Linha 15 já deveria ter assumido a operação do Metrô, mas o governo não explica por qual razão isso não ocorreu ainda.

Estação Morumbi

Linha 17-Ouro
Projeto: nova linha de monotrilho cuja primeira fase ligará o aeroporto às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda.
Status: em andamento

O monotrilho da Zona Sul é, sem dúvida, um exemplo claro de projeto mal planejado e executado. Seu percurso passa por áreas complicadas, incluindo córregos, áreas ocupadas por habitações provisórias, cemitério e avenidas que ainda não saíram do papel, além de um trecho beirando o rio Pinheiros e de difícil execução. Não fosse apenas isso, foi licitado sem que os projetos estivessem prontos, mas quis aproveitar as verbas destinada às obras de mobilidade da Copa do Mundo de 2014, sem sucesso.

Para fechar a sequência desastrosa, o governo congelou as duas fases restantes da linha, uma que ligará o monotrilho à Linha 1-Azul no Jabaquara, e outra que passará pela região do Morumbi, incluindo Paraisópolis indo até a avenida Francisco Morato, onde se conectará à Linha 4-Amarela. Os dois trechos passam por comunidades carentes, mas envolvem a contrapartida da prefeitura da cidade. Na gestão Haddad, no entanto, as obras previstas foram suspensas.

Situação

Após anos de disputas judiciais e idas e vindas, o Metrô rescindiu contrato com o consórcio Monotrilho Integração, composto por Andrade Gutierrez, CR Almeida e Scomi. Em maio, a empresa lançou uma licitação para obras complementares da Linha 17 que foram vencidas pela Constran que ainda aguarda a assinatura do contrato para iniciar seus trabalhos.

Outra licitação, para os sistemas e trens de monotrilho, teve como melhor proposta a realizada pelo consórcio Signnaling, composto por empresas que não têm um projeto próprio de monotrilho. São a suíça TTrans e as brasileiras Bom Sinal e Molinari que deram a entender que continuarão o projeto da malaia Scomi, que faliu este ano. O Metrô ainda não havia divulgado o resultado da análise dos documentos até meados de novembro.

Linha 18-Bronze
Projeto: nova linha em monotrilho que ligará o ABC Paulista às linhas 10-Turquesa e 2-Verde na estação Tamanduateí.
Status: cancelada

Segunda PPP de metrô do estado, a Linha 18-Bronze estava desde 2014 aguardando um empréstimo para o governo do estado executar as desapropriações do trecho. O valor deveria ter vindo originalmente de um repasse do PAC, mas o governo federal, endividado, só ficou na promessa. Sem essa verba, o governo do estado tentou obter autorização para um empréstimo no exterior, mas foi proibido pelo Ministério da Fazenda por conta da situação fiscal. Quando obteve o aval, no entanto, ainda assim a gestão Alckmin não conseguiu fechar um financiamento.

Situação

Após prometer tirar a Linha 18 do papel, o governador João Doria anunciou o cancelamento do projeto. Em vez de metrô, o ABC terá um BRT, corredor de ônibus com pistas expressas.

O trajeto da Linha 19-Celeste

Linha 19-Celeste

Projeto: ligação subterrânea de metrô pesado entre Guarulhos e a região do Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo
Status: projeto básico e levantamentos

É a prometida linha que irá do centro de Guarulhos até o Anhangabaú na primeira fase. A gestão Doria tem dado atenção para esse ramal liberando a contratação do projeto básico e de estudos do solo e de desapropriações.

Situação

Trata-se de um projeto complexo e caro, estimado em R$ 15 bilhões e que deve ser oferecido à iniciativa privada. Com os estudos que devem começar em 2020, será preparar um futuro edital para as obras civis.

O percurso estimado da Linha 20-Rosa

Linha 20-Rosa

Projeto: ligação subterrânea de metrô pesado entre São Bernardo do Campo e a Lapa
Status: parada

A Linha 20 era uma proposta de PPP do governo Alckmin cuja primeira fase ligaria a Lapa a Moema passando pela avenida Faria Lima. Mas o projeto foi considerado muito caro e acabou colocado na geladeira. Ao cancelar a Linha 18, o governo Doria tirou o projeto da linha Rosa do limbo, agora com a meta de incluir também a segunda fase, que vai da região de Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo, até Moema.

Situação

Até mais cara que a Linha 19, a Linha 20-Rosa ainda não passa de um estudo simples. A expectativa é que em 2020 sejam contratados os projetos funcional e básico que darão subsídios para uma futura licitação.

About the author

Ricardo Meier

É um entusiasta do assunto mobilidade e sobretudo do impacto positivo que o transporte sobre trilhos pode promover nas grandes cidades brasileiras. Também escreve nos sites Airway (aviação) e AUTOO (automóveis).

56 Comentários

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  • Até parece uma pagina oficial, mas bem diferente quando se busca uma informação realista porem sem idealismo, também sou um apaixonado pela mobilização urbana e agora tenho um veiculo de informação confiável e ativa. Parabéns pelo blog, não estamos mais no escuro.

  • Olá Ricardo, como vai? Este post é espetacular, parabéns pela qualidade e precisão nas informações, tenho esperança que essas linhas um dia sejam todas concluídas, pois querendo ou não, de 2011 para cá se iniciou uma grande expansão, se continuar neste ritmo e superado a crise econômica, com certeza poderemos ficar mais otimistas.
    Abraço!

  • Querido Ricardo, durante a reportagem notei uma foto falando sobre um túnel de ligação ao aeroporto, por favor, me diz sobre o que isso se trata?

        • Oi Rafael, isso é assunto para o próximo(a) governador(a). Já existem projetos e estudos porém será preciso não só de recursos como uma decisão política sobre em que frentes atuar daqui em diante. Honestamente, não vejo isso virar realidade tão cedo.

  • O fato é que as obras estão atrasadas, por motivos,que vão desde de a crise econômica,a erros de projetos e gestão. No entanto, por mais que se tenha investido no metrô nos últimos 10 anos, SP, assim como outras grandes capitais, contam com redes pequenas de metrô e trens. Mesmo que todas as obras saiam do papel a rede continuará aquém das necessidades. Há uma discussão nos blogs sobre mobilidade urbana em São Paulo, ao meu ver estéril, se deve-se contar a CPTM como metrô ou não. Se contássemos a CPTM como metrô, teríamos cerca de 335 km de trilhos. Aí, não ficaríamos tanto atrás de Londres e Paris, por exemplo, com 408 km e 213 km de metrô,respectivamente. Mas temos que ver que Londres tem 8 milhões de habitantes e Paris, com a Grande Paris, 14 milhões. SP mais Grande SP têm 21 milhões. Paris tem ,além do metrô, um serviços de trens (RER) que tem mais de 350 km, ou seja mais de 560 km para 12 milhões. Londres está construindo uma extensão de 120 km, o que dará 520 km para 8 milhões. Ou seja,SP e outras capitais brasileiras estão bem atrás,mesmo contando com a CPTM, o que leva a conclusão que devemos nos preocupar em expandir mais rapidamente a rede e encontrar soluções para isso, o que ao meu ver, deveria ser o principal motivo de preocupação dos blogs. Infelizmente, dada a ausência de recursos, será imprescindível o estado buscar outras fontes de recursos.Elas terão que vir do transporte individual : pedágio urbano, vinculação do IPVA, da CIDE, para não faltar recursos para outras áreas como saúde, segurança e educação e também não comprometer mais ainda a situação fiscal dos entes. Não poderão prescindir de recursos federais que devem ser doados a fundo perdido como foi e é feito no primeiro mudo.A participação do setor privado, por meio de PPPS será importante, mas é limitada, como mostram as experiências da linha 4 e 6 do metrô paulista. Na real, resolver o dificílimo problema da mobilidade urbana requer vontade política e medidas impopulares para provocar mudanças estruturais na forma de financiar grandes projetos de metrô e trens.

  • Acredito que tamanhos atrasos não sejam apenas pela ineficiência da gestão Alckmin, mas principalmente pela corrupção e pelas eleições 2018. Claro, o impacto de inaugurar obras em datas próximas às eleições é muito maior e portanto rende muito mais votos. E uma obra que fica 10 anos em execução rende muito mais dinheiro para propina do que uma obra de 2 ou 3 anos. Enquanto está em andamento, está rolando mesadas para a turma da câmara.

  • Muito boa esta ultima atualização…..Posso sugerir ?? O posto poderia vir acompanhado de um mapa da rede (não aquele do site do metro) sobre o mapa da cidade com identificação das linhas em obra.

    • Boa dica. Inclusive com a integração com os corredores dedicados de ônibus.
      Ainda não encontrei um mapa que preste com os corredores dedicados + Metro + Trem

  • Parabéns pelo excelente blog, adoro acompanhar o andamento das obras, e vcs fazem um ótimo trabalho. Continuem assim, estou sempre antenado aqui. Abraço

  • Parabéns pelo trabalho no blog/site, exemplar. O que nos entristece são os séculos de atraso em que se encontra o Brasil em matéria de trens e metro.

  • Ontem (23 de janeiro de 2018) finalmente foi aberta (ainda em fase de testes com horário reduzido) a estação Higienópolis-Mackenzie.

  • Prezados….vergonha mesmo é a expansão do trem do Grajaú até Varginha. Até a presente data totalmente parada um descaso total para com a população. Resido próximo e vejo o local da obra totalmente abandonado servindo como depósito de entulhos de toda espécie, mato alto…etc. E o pior o que já foi feito provavelmente vai ter que refazer, grades danificadas, fiações da iluminação não existem mais, aberturas no piso por falta de grades que foram levadas, não existe mais corrimão, enfim um abandono total. Os materiais deixados (linhas do trem, dormentes e outros materiais jogados expostos as intempéries…isto é nosso dinheiro jogado fora. Só por Deus mesmo.

  • O conteúdo está bom, bem detalhado e organizado. Pena que tenha alguns erros, como, por exemplo, o trecho em que é dito: “Formado pela CCR e RUASinvest, ele ofereceu mais de R$ 558 de outorga” ~ 558 Reais? Claro que não, mas são 558 mi? Bi?

    Além disso, há alguns erros de português, também; não chega a comprometer a compreensão, mas é triste ver que, hoje em dia, os editoriais não assumem mais a mesma responsabilidade de terem seus textos sempre impecáveis.

    • Olá, Alexandre, peço desculpas pelos erros. Ao mesmo tempo vale esclarecer que este blog é feito por um jornalista durante alguns intervalos de suas atribuições principais. Infelizmente, ele não consegue prover uma receita suficiente para pagar alguma ajuda para evitar essas correções. Claro que isso não justifica completamente os problemas, mas acabo muitas vezes entre a cruz e a espada: publicar algo relevante no momento correto ou perder essa oportunidade para revisar tudo antes de liberar o conteúdo. Ficarei mais atento para não cometer esses erros. Abraços.

      • Olá Ricardo! Site ótimo! Sou fã do seu trabalho. Uma coisa> no cabeçalho do site, na tarja roxa com o logotipo do site , há o número das linhas da rede ferroviária (1 até 18), e estão com links quebrados, sem direcionamento pros marcadores das respectivas linhas. ex: linha 1 direciona para o link https://www.metrocptm.com.br/linha-1/, que não tem página

        Obrigado pelo entusiasmo e presteza com seu trabalho!

  • Ricardo
    Parabéns pelo seu trabalho.
    Como sugestão gostaria de ver uma matéria sobre o estado de abandono de vários imóveis desapropriados nas futuras estações da linha 2 (trecho vila prudente a guarulhos). Muito lixo e invasores em algumas destas areas. Incrível a falta de planejamento desta obra.

  • Ricardo
    Parabéns pelo seu trabalho. Acompanho intensamente todos os comentários a respeito da mobilidade urbana na região metropolitana.
    Só tem algo que nunca vi ser comentado por aqui. Refere-se ao fato da companhia do Metro, por questão de estatuto, não poder operar em cidades fora da capital. Neste caso os serviços ficaram a cargo da CPTM.
    Assim sendo, a futura linha 18-Bronze do monotrilho não poderia jamais ser operada pelo Metro, por atingir municípios do Grande ABC. Talvez por isso vai ser operada pelo consórcio Vem Abc.
    Acho esta informação de extrema importância, uma vez que tem muito usuário achando que a linha 2 chegará a Guarulhos. Não chegará. Irá somente até a divisa com a capital.
    Um abraço.

  • Ricardo, tem informações sobre a estação de Suzano?
    Expresso leste e prolongamento da linha 12?
    Parabéns pelo post!!!

  • Na avenida Bandeirantes da pra ver várias caixas parecidas com aquelas que são as portas de estações. Estão lá abandonadas.

  • E a Estação Suzano? Segue em obras (quase paradas), mas nem se tem sombra do Expresso Leste e da Linha 12. Será se tem previsão de entrega?

  • Olá Ricardo,

    Obrigado pelas atualizações, para mim tem sido um bom canal para me atualizar referente a questão da expansão do metrô/cptm que como cidadão me é muito cara. Tenho, contudo, dois pontos referente ao texto, que gostaria de lançar aqui:

    – No dia 14 de junho a Veja São Paulo publicou https://vejasp.abril.com.br/cidades/estacoes-metro-inauguracao-2018/ publicou matéria informando que na verdade as estações da linha Lilás prometidas para julho serão entregues até o fim do ano e não mais em julho, como havia sido anunciado: “O Metrô afirma que, até o fim do ano, inaugura dez estações de três linhas, ainda sem mês definido. São elas AACD-Servidor, Hospital São Paulo, Santa Cruz, Chácara Klabin e Campo Belo, da Linha 5-Lilás; São Paulo-Morumbi, da Linha 4-Amarela; e Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, da Linha 15-Prata.” Você chegou a apurar isso?

    – Pela credibilidade que deposito nesse veículo achei a frase destacada do seu texto um pouco dúbia: “Este ano, com muito esforço, o governo entregou Eucaliptos e em abril a estação Moema.” Dúbia para mim, como leitor, porque não sei se “muito esforço” aqui é ligado efetivamente a uma crítica ou a defesa do governo. Se foi em tom de critica, pediria, como leitor, que você pudesse pensar em outros recursos para expressá-la, se foi em tom de defesa, afirmando, por exemplo, que o governo estaria fazendo tudo que estivesse ao seu alcance, e além, eu, e entendo que juntamente com a população, precisaria discordar, uma vez que está evidente nos meios de comunicação, incluso as mídias sociais, que na verdade não há esforço do governo, ainda menos “muito esforço”, mas escancaradamente o descaso, no que toca ao transporte público. Quem se esforça somos nós, você acompanhando com vigor esses processos e nós acreditando que vamos encontrar melhorias na infraestrutura do local onde vivemos.

    • Olá, David, como vai?

      Sobre as previsões nós citamos o que governo diz, mas fazemos observações quando achamos a informação pouco confiável. Dificilmente, as quatro estações da Linha 5 mencionadas devem ser abertas no final do semestre isso porque estão praticamente prontas. Julho talvez seja otimista, mas agosto ou no máximo setembro é perfeitamente possível. Vale dizer que os empecilhos hoje são mais ligados ao sistema de controle dos trens e à concessão do que a obra civil em si. As estações Moema e Eucaliptos estavam bem mais atrasadas há cerca de seis meses, mas a pressão do governo foi o bastante para concluírem às pressas até abril. O problema em si, como disse, é que hoje o sistema CBTC que controla os trens ainda não está plenamente confiável inclusive no trecho em operação. A outra questão é que no dia 4 de agosto a Via Mobilidade assumirá a operação da Linha 5, ou seja, não faz sentido o Metrô deslocar funcionários para as quatro estações se semanas depois eles serão realocados.

      Sobre a frase, sim foi crítica. O governo forçou a barra para abri-las ainda com muita coisa para fazer. Poderiam ter sido entregues antes dessas datas se o mesmo interesse em fazer os consórcios cumprirem os prazos tivesse ocorrido sempre, não apenas na reta final da gestão Alckmin. Vou editar o texto para deixar mais claro. Obrigado.

  • Passei hoje pela estação de metrô Hospital São Paulo e fui perguntar para funcionários sobre a previsão de entrega. Eles disseram que ainda faltava muita coisa (como elevadores) e que o que dizem a eles que a previsão de entrega é, na melhor das hipóteses, para agosto. Isto uma estação que à primeira vista está praticamente pronta! O que dirá Santa Cruz!

  • Primeiro passo a se fazer se quisermos que alguma coisa mude….

    Não eleger mais politicos do PSDB, pois é que nem sindico: Não faz uma boa gestão, TROCA.

    Elegeu o Doria? Aguentem a bucha, ESPEREM 20 anos SEM RECLAMAR. QUE PIORE MAIS E MAIS!

    A minha parte eu faço. Não voto em politicos da velha guarda….PMDB e PSDB principalmente.

    Esse ano teremos cerca de 10 candidatos ao governo estadual. A chance está ai. Façamos nossa parte, punindo partidos e politicos que fazem um governo ruim.

    Enquanto as pessoas aceitarem quietas a farra desse tipo de governo, nada vai mudar e tudo continuará igual…

  • Temos lido em vários portais e sites que foi divulgado pelo secretário a previsão de inauguração da estação São Paulo-Morumbi para outubro próximo e não mais setembro!!

  • Gostaria de saber as linhas que estão em projeto, se há alguma previsão de serem licitadas, em que trechos irão passar e quais seriam as possíveis estações. Além disso, essa ideia da CPTM em privatizar as linhas 8 e 9, além da linha 7, eh vdd? Quero saber se existe alguma intenção em reativar as obras da nova estação Jaraguá, linha 7-Rubi, suspensas desde 2014.

    • Italo as linhas 8 e 9 da CPTM e a linha 2 verde do METRO com certeza sera concedida a iniciativa privada como ja e hoje as linhas 4 amarela 5 lilas e 15 prata do monotrilho e fique tranquilo que sera a melhor opção ja que o estado não tem braço pracuidar de tudo isso e sera criada uma agencia reguladora para fiscalizar o serviço prestado

  • Ricardo, atualiza essa parte aí: ” Em abril foi a vez de Oscar Freire, mas nesse caso a estação foi entregue com apenas um acesso – o secundário segue em obras e deve ser entregue em julho de 2019.”

    O segundo acesso da estação Oscar Freire já foi inaugurada em Julho de 2019: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/governo-entrega-acesso-clinicas-da-estacao-oscar-freire-e-anuncia-obras-na-capao-redond/

    Abraço.

  • Este blog é interesante, muitas informações. O grande problema é que ele é muito “chapa branca”. Não há texto crítico sobre os recorrentes atrasos do governo estadual sobre a expansão. O blog sempre “compra” a versão oficial dos textos da CPTM e METRO. Uma pena.

  • Estou desalentado, não se fala da linha 22 que ligaria a cidade de Cotia a estações próxima a Faria Lima e Butantã. Seria um importante alivio na zona oeste quanto ao congestionadíssimo e único caminho pela rodovia Raposo Tavares. Esse projeto existe mas nem se falam dele. Se uma obra de metro no papel leva 6 anos, na pratica 12 anos imagine quanto tempo levara esse que ainda é só um embrião…

  • Queria muito saber se há nos planos do Metrô, a extensão oeste da linha 2-Verde, no sentido Cerro Corá – Imperatriz Leopoldina?? Conectando assim com a linha 8-Diamante, e quem sabe no futuro, sonho de ver essa linha ser estendida até Pirituba da linha 7-Rubi, passando por Remédios, Jaguara, Vila Mangalot e São Domingos, até Pirituba, sonho msm!
    Quanto a um projeto antigo que era de levar a linha 12-Safira até Suzano, acrescentando apenas mais uma estação aí, já que hj a linha termina em Calmon Viana.

    • Não está nos planos por falta de demanda (conforme apresentados nos projetos PITU-Plano Integrado de Transportes Urbanos de 2020 e 2025 e Rede essencial do Metrô). A única expansão prevista para o lado oeste da Linha 2 é até a Avenida Cerro Corá.

Airway