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Saiba o status das obras de expansão do Metrô e da CPTM

Atualizado mensalmente, post mostra em que estágio está a expansão da rede metroferroviária
Estação Eucaliptos

Antes que a crise financeira e política se abatesse sobre o Brasil e os efeitos da operação Lava Jato no setor de construção civil estivessem sendo sentidos, os planos de expansão da rede metroferroviária da Grande São Paulo eram ousados em que pese o atraso constante nas previsões de entrega. O governador Geraldo Alckmin disse em várias oportunidades que existiam nove linhas em construção simultânea.

Hoje a situação é bem diferente, mas não para melhor. Sem recursos e com vários problemas em quase todas as frentes de trabalho, há menos linhas em obras e entregas bastante atrasadas. Algumas delas, inclusive, talvez nem fiquem prontas nesta década, postergando um alívio para os passageiros e mantendo alto o custo de mobilidade para a região.

Para acompanhar a evolução desses nove projetos, o blog mantem esse post atualizado mensalmente com o status de cada linha bem como um indicador sobre o andamento das obras.

Atualizado em 27 de março de 2018. Confira como estão as obras:

Linha 2-Verde
Projeto: expansão no sentido leste, com 14,5 km de extensão entre Vila Prudente e a cidade de Guarulhos, com 13 estações.
Status: sem previsão.

A extensão da Linha 2 é um dos mais importantes projetos de expansão do Metrô por permitir um certo reequilíbrio nos deslocamentos. Além de ligar parte de Guarulhos com a malha férrea, a Linha 2 terá a função de dividir o fluxo de passageiros do eixo Leste onde hoje a Linha 3 e a Linha 11 sofrem para levar milhões de passageiros.

Apesar das desapropriações estarem avançando na região não existia dotação orçamentária para 2018 que pudesse permitir o início das obras. Em entrevista com o secretário de Transportes Metropolitanos do estado, Clodoaldo Pelissioni revelou ao blog que a decisão sobre a linha deve ficar com a próxima gestão. Há chance de o projeto tornar-se uma PPP.

Bloqueios da estação da Higienópolis-Mackenzie

Linha 4-Amarela
Projeto: entrega da fase 2 da Linha, compreendendo mais quatro estações e ampliação do pátio.
Status: em andamento

Depois de passar anos sendo tocada de forma lenta e mais um ano em processo de relicitação, a segunda fase da Linha 4-Amarela voltou a ser construída em agosto de 2016.

As obras estão aceleradas mas o Metrô reviu suas previsões. Oscar Freire ficou para abril de 2018 e São Paulo-Morumbi, para o 3º trimestre. Vila Sônia permanece prevista para o final de 2020.

E, depois de ao menos 14 anos de espera, a estação Higienópolis-Mackenzie foi aberta em janeiro. Colada à faculdade Mackenzie, a nova parada deve apresentar um movimento considerável. Com ela, a Linha 4 passa a contar com oito estações das 11 previstas (sem contar o projeto até Taboão da Serra).

Escadas rolantes da estação Eucaliptos são extensas por conta do pé direito alto

Linha 5-Lilás
Projeto: expansão entre Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, com pouco mais de 10 km de extensão.
Status: em andamento

É a maior obra ferroviária em São Paulo atualmente e a que mais deve causar efeitos benéficos na cidade. Em maio de 2017 o sistema CBTC enfim entrou em operação e os novos trens da Frota P puderam ser usados.

Em 6 de setembro de 2017, enfim, as três primeiras estações (Alto da Boa Vista, Borba Gato e Brooklin) foram abertas em operação assistida das 10h às 15h. Mas várias partes ficaram faltando incluindo as portas de plataforma. A operação comercial, no entanto, só começou de fato no dia 27 de novembro.

O blog visitou AACD-Servidor em setembro de 2017, que estava praticamente pronta assim como Hospital São Paulo. A promessa de abri-las até o final do ano acabou não ocorrendo. O governo do estado, então fez uma nova previsão: Eucaliptos em janeiro de 2018, Moema, Hospital São Paulo e AACD em fevereiro e Santa Cruz e Chácara Klabin em abril.

Mais uma vez, no entanto, o cronograma atrasou. Eucaliptos, que o blog visitou no início de fevereiro, foi entregue no início de março, mas Moema segue com muito trabalho a fazer e deve ficar para abril.

O edital que concedeu a linha 5 e também a 17 à iniciativa privada enfim ocorreu no final de janeiro, mas não sem muito suspense. Partidos de oposição e o Sindicato dos Metroviários tentaram a todo custo suspender o certame conseguindo até uma liminar a dois dias do leilão. Porém, o governo conseguiu derrubar a liminar e realizar o leilão em que o consórcio Via Mobilidade levou a melhor. Formado pela CCR e RUASinvest, ele ofereceu cerca de R$ 558 milhões de outorga, 185% a mais que o mínimo, vencendo o único outro consórcio a participar, o Metrô São Paulo  Linhas 5 e 17, formado pela empresa CS Brasil e o Metrô de Seul, na Coréia. A nova concessionária deve assinar contrato nos próximos meses.

Linha 6-Laranja
Projeto: nova linha subterrânea ligando a região da Brasilândia a estação São Joaquim, com 15,3 km de extensão e 15 estações
Status: parada

É, sem dúvida, o maior ‘abacaxi’ do governo do estado. Vendida como solução para acelerar a expansão do metrô, a PPP da Linha 6-Laranja acabou tornando-se um grande problema. Não só não acelerou as obras, que ficaram em banho maria enquanto eram resolvidos os casos de desapropriação como o consórcio vencedor, o Move São Paulo, não obteve financiamento do BNDES por ter entre seus sócios empresas investigadas na Lava Jato, incluindo a Odebrecht. Sem dinheiro, a Move São Paulo interrompeu a obra em 5 de setembro de 2016.

O que parecia ser um desfecho positivo em fevereiro acabou tornando-se uma péssima notícia. O grupo formado pelos chineses da CREC, a japonesa Mitsui e a RUASinvest, que havia acabado de entrar na sociedade, acabou desistindo de comprar a Move São Paulo. Com isso, o governo do estado já previa ter de realizar outra licitação após iniciar o processo de caducidade do contrato. Possivelmente, as obras agora só sejam retomadas em 2020 caso o próximo governador ainda mantenha a linha nos mesmos moldes, ou seja, uma PPP.

Linha 9-Esmeralda
Projeto: extensão entre Grajaú e Varginha.
Status: Parcialmente reiniciada

A mais simples das obras do governo do estado, a expansão da Linha Esmeralda até Varginha, incluindo a futura estação Mendes, é mais um caso de gestão atrapalhada. Sem grandes desapropriações, com a via já existente, a obra segue em ritmo lento, para prejuízo de milhares de pessoas. O problema nesse caso foi contar com uma verba do governo federal que não chegou, entre outro motivos, porque o tipo de licitação feito pela CPTM não ser permitido pelo governo federal.

Em outubro do ano passado, o governo do estado anunciou que estava encerrando os dois lotes atuais para relicitar o restante da obra nos moldes requisitados pela União com intuito de liberar a verba congelada. Licitações de alguns trechos e serviços da linha foram publicados este ano e o governo até comemorou a volta da ajuda do governo federal mas a obra principal segue sem previsão. O governo promete retomá-la por inteiro apenas em 2018, mas ainda não há sinal claros de trabalhos.

Viaduto estaiado da Linha 13: entrega em março

Linha 13-Jade
Projeto: nova linha da CPTM que ligará o aeroporto de Guarulhos à Linha 12-Safira.
Status: em andamento

A primeira nova linha construída e operada pela CPTM está num ritmo forte de obras. Das três estações previstas, Engenheiro Goulart foi reaberta em julho para voltar a atender a Linha 12.

O viaduto estaiado sobre a rodovia Ayrton Senna foi concluído no final de janeiro e os testes com os trens iniciados em meados de março.

A licitação dos oito trens que serão usados na linha, que havia sido suspensa por uma liminar de um concorrente derrotado – uma empresa chinesa fará as composições – teve o recurso negado pela CPTM que confirmou o resultado do edital. Mesmo assim, os trens só chegaram à linha em 2019. Enquanto isso não ocorre, uma das novas frotas fará o serviço.

O governo também revelou que oferecerá três serviços para o Aeroporto de Guarulhos, o normal, entre Engenheiro Goulart e a estação Aeroporto Guarulhos, o “Connect”, que sairá de Brás nos horários de picos e fará paradas pelo caminho, e outro Expresso, que sairá da estação da Luz direto para o aeroporto em quatro horários diários em cada sentido.

A linha, promete o governo, deverá ser inaugurada no dia 31 de março. Aos poucos o serviço deve ser ampliado até chegar à operação comercial plena.

Linha 15-Prata
Projeto: extensão entre Oratório e São Mateus, com oito estações e 13 km de vias.
Status: em andamento

As obras do monotrilho da Zona Leste estão em ritmo acelerado após um período em que foi preciso desviar um córrego que passava embaixo das futuras fundações de três estações.

Em janeiro, as oito estações já recebiam acabamento, incluindo pisos, telhado e portas de plataforma, entre outros. No dia 27 de agosto, um trem de monotrilho percorreu pela primeira vez o trecho entre o pátio e a estação Sapopemba em modo manual e no mês passado os testes com os trens começaram a ficar mais intensos. Já há até a desmobilização de alguns canteiros e início do paisagismo e construção de ciclovia em alguns trechos.

Os trabalhos seguem no acabamento nas oito estações, em estágios diversos. Várias viagens de testes com trens já estão sendo realizadas e algumas delas chegaram até próximo de São Mateus.

O governador Geraldo Alckmin fez uma viagem de reconhecimento até Vila União, em que o blog também participou. O Metrô quer abrir o trecho de cinco estações (São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói, Vila União e Jardim Planalto) até o começo de abril.

Estação Chucri Zaidan da Linha 17: primeira linha de monotrilho da Scomi fora da Ásia (CMSP)

Linha 17-Ouro
Projeto: nova linha de monotrilho cuja primeira fase ligará o aeroporto às linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda.
Status: em andamento

O monotrilho da Zona Sul é, sem dúvida, um exemplo claro de projeto mal planejado e executado. Seu percurso passa por áreas complicadas, incluindo córregos, áreas ocupadas por habitações provisórias, cemitério e avenidas que ainda não saíram do papel, além de um trecho beirando o rio Pinheiros e de difícil execução. Não fosse apenas isso, foi licitado sem que os projetos estivessem prontos, mas quis aproveitar as verbas destinada às obras de mobilidade da Copa do Mundo de 2014, sem sucesso.

Seguiu em frente, porém, em vez de priorizar a construção do pátio, uma obra complexa sobre um piscinão, o governo optou por iniciar a construção das vias primeiro. No meio do caminho, detectou que a futura estação Morumbi, conjugada a homônina da Linha 9, seria insuficiente para dar conta da demanda e a retirou do escopo da obra, enquanto projeta uma nova e maior estação.

Tudo corria bem, apesar disso, mas em junho de 2014 um acidente com uma das vigas-trilho matou um funcionário da obra e fez com que o Ministério do Trabalho proibisse os lançamentos. De lá para cá, o consórcio formado pelas construtoras Andrade Gutierrez e CR Almeida abandonou as obras do pátio e das estações, foi afastado e apenas nos últimos meses os dois lotes foram retomados.

Para fechar a sequência desastrosa, o governo congelou as duas fases restantes da linha, uma que ligará o monotrilho à Linha 1-Azul no Jabaquara, e outra que passará pela região do Morumbi, incluindo Paraisópolis indo até a avenida Francisco Morato, onde se conectará à Linha 4-Amarela. Os dois trechos passam por comunidades carentes, mas envolvem a contrapartida da prefeitura da cidade. Na gestão Haddad, no entanto, as obras previstas foram suspensas.

Os trabalhos seguem intensos no pátio Água Espraiada, parte mais atrasada da obra. Enquanto isso, as estações recebem aos poucos as estruturas metálicas. As mais adiantadas nesse sentido são Chucri Zaidan, Campo Belo e Vereador José Diniz, esta que passou a ter a cobertura montada em fevereiro. Na estação Congonhas o túnel que ligará ao aeroporto do mesmo nome já está no acabamento.

Já o primeiro trem da Scomi deve chegar em 2018, porém, sem uma data certa. A empresa estaria aguardando autorização do Metrô para enviá-lo para o Brasil. Os sistemas, também responsabilidade dela, começaram a ser instalados nas vias. As últimas vigas do trecho entre a avenida Washington Luiz e Roberto Marinho foram instaladas, faltando agora alguns trechos perto do aeroporto e de toda a marginal Pinheiros.

A estação Morumbi teve a licitação confirmada e a construtora Camargo Correa venceu o certame. A empresa assinou contrato em dezembro e já iniciou os trabalhos. Por outro lado, corre na Justiça um processo das construtoras Andrade Gutierrez e CR Almeida para abandonar a obra.

Monotrilho do ABC: com nota melhor, São Paulo pode destravar desapropriações da Linha 18-Bronze (VEM ABC)

Linha 18-Bronze
Projeto: nova linha em monotrilho que ligará o ABC Paulista às linhas 10-Turquesa e 2-Verde na estação Tamanduateí.
Status: não iniciada

Segunda PPP de metrô do estado, a Linha 18-Bronze está há três anos aguardando um empréstimo para o governo do estado executar as desapropriações do trecho. O valor deveria ter vindo originalmente de um repasse do PAC, mas o governo federal, endividado, só ficou na promessa. Sem essa verba, o governo do estado tentou obter autorização para um empréstimo no exterior, mas  foi proibido pelo Ministério da Fazenda por conta da situação fiscal. Agora, a gestão Alckmin aguarda a votação de uma mudança no cálculo da dívida dos estados para estar apto a contrair um novo empréstimo.

Finalmente a Secretaria do Tesouro alterou o rating dos estados e elevou a nota de São Paulo para “B”, o que permite que ele possa contrair financiamentos no exterior, necessários para as desapropriações. No entanto, o governo do estado continua sem revelar como fará para obter o empréstimo capaz de dar início de fato às obras. É provável que a linha acabe nas mãos do próximo governador, que decidiria seu destino.

About the author

Ricardo Meier

É um entusiasta do assunto mobilidade e sobretudo do impacto positivo que o transporte sobre trilhos pode promover nas grandes cidades brasileiras. Também escreve nos sites Airway (aviação) e AUTOO (automóveis).

27 Comentários

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  • Até parece uma pagina oficial, mas bem diferente quando se busca uma informação realista porem sem idealismo, também sou um apaixonado pela mobilização urbana e agora tenho um veiculo de informação confiável e ativa. Parabéns pelo blog, não estamos mais no escuro.

  • Olá Ricardo, como vai? Este post é espetacular, parabéns pela qualidade e precisão nas informações, tenho esperança que essas linhas um dia sejam todas concluídas, pois querendo ou não, de 2011 para cá se iniciou uma grande expansão, se continuar neste ritmo e superado a crise econômica, com certeza poderemos ficar mais otimistas.
    Abraço!

  • Querido Ricardo, durante a reportagem notei uma foto falando sobre um túnel de ligação ao aeroporto, por favor, me diz sobre o que isso se trata?

  • O fato é que as obras estão atrasadas, por motivos,que vão desde de a crise econômica,a erros de projetos e gestão. No entanto, por mais que se tenha investido no metrô nos últimos 10 anos, SP, assim como outras grandes capitais, contam com redes pequenas de metrô e trens. Mesmo que todas as obras saiam do papel a rede continuará aquém das necessidades. Há uma discussão nos blogs sobre mobilidade urbana em São Paulo, ao meu ver estéril, se deve-se contar a CPTM como metrô ou não. Se contássemos a CPTM como metrô, teríamos cerca de 335 km de trilhos. Aí, não ficaríamos tanto atrás de Londres e Paris, por exemplo, com 408 km e 213 km de metrô,respectivamente. Mas temos que ver que Londres tem 8 milhões de habitantes e Paris, com a Grande Paris, 14 milhões. SP mais Grande SP têm 21 milhões. Paris tem ,além do metrô, um serviços de trens (RER) que tem mais de 350 km, ou seja mais de 560 km para 12 milhões. Londres está construindo uma extensão de 120 km, o que dará 520 km para 8 milhões. Ou seja,SP e outras capitais brasileiras estão bem atrás,mesmo contando com a CPTM, o que leva a conclusão que devemos nos preocupar em expandir mais rapidamente a rede e encontrar soluções para isso, o que ao meu ver, deveria ser o principal motivo de preocupação dos blogs. Infelizmente, dada a ausência de recursos, será imprescindível o estado buscar outras fontes de recursos.Elas terão que vir do transporte individual : pedágio urbano, vinculação do IPVA, da CIDE, para não faltar recursos para outras áreas como saúde, segurança e educação e também não comprometer mais ainda a situação fiscal dos entes. Não poderão prescindir de recursos federais que devem ser doados a fundo perdido como foi e é feito no primeiro mudo.A participação do setor privado, por meio de PPPS será importante, mas é limitada, como mostram as experiências da linha 4 e 6 do metrô paulista. Na real, resolver o dificílimo problema da mobilidade urbana requer vontade política e medidas impopulares para provocar mudanças estruturais na forma de financiar grandes projetos de metrô e trens.

  • Acredito que tamanhos atrasos não sejam apenas pela ineficiência da gestão Alckmin, mas principalmente pela corrupção e pelas eleições 2018. Claro, o impacto de inaugurar obras em datas próximas às eleições é muito maior e portanto rende muito mais votos. E uma obra que fica 10 anos em execução rende muito mais dinheiro para propina do que uma obra de 2 ou 3 anos. Enquanto está em andamento, está rolando mesadas para a turma da câmara.

  • Muito boa esta ultima atualização…..Posso sugerir ?? O posto poderia vir acompanhado de um mapa da rede (não aquele do site do metro) sobre o mapa da cidade com identificação das linhas em obra.

    • Boa dica. Inclusive com a integração com os corredores dedicados de ônibus.
      Ainda não encontrei um mapa que preste com os corredores dedicados + Metro + Trem

  • Parabéns pelo excelente blog, adoro acompanhar o andamento das obras, e vcs fazem um ótimo trabalho. Continuem assim, estou sempre antenado aqui. Abraço

  • Parabéns pelo trabalho no blog/site, exemplar. O que nos entristece são os séculos de atraso em que se encontra o Brasil em matéria de trens e metro.

  • Ontem (23 de janeiro de 2018) finalmente foi aberta (ainda em fase de testes com horário reduzido) a estação Higienópolis-Mackenzie.

  • Prezados….vergonha mesmo é a expansão do trem do Grajaú até Varginha. Até a presente data totalmente parada um descaso total para com a população. Resido próximo e vejo o local da obra totalmente abandonado servindo como depósito de entulhos de toda espécie, mato alto…etc. E o pior o que já foi feito provavelmente vai ter que refazer, grades danificadas, fiações da iluminação não existem mais, aberturas no piso por falta de grades que foram levadas, não existe mais corrimão, enfim um abandono total. Os materiais deixados (linhas do trem, dormentes e outros materiais jogados expostos as intempéries…isto é nosso dinheiro jogado fora. Só por Deus mesmo.

  • O conteúdo está bom, bem detalhado e organizado. Pena que tenha alguns erros, como, por exemplo, o trecho em que é dito: “Formado pela CCR e RUASinvest, ele ofereceu mais de R$ 558 de outorga” ~ 558 Reais? Claro que não, mas são 558 mi? Bi?

    Além disso, há alguns erros de português, também; não chega a comprometer a compreensão, mas é triste ver que, hoje em dia, os editoriais não assumem mais a mesma responsabilidade de terem seus textos sempre impecáveis.

    • Olá, Alexandre, peço desculpas pelos erros. Ao mesmo tempo vale esclarecer que este blog é feito por um jornalista durante alguns intervalos de suas atribuições principais. Infelizmente, ele não consegue prover uma receita suficiente para pagar alguma ajuda para evitar essas correções. Claro que isso não justifica completamente os problemas, mas acabo muitas vezes entre a cruz e a espada: publicar algo relevante no momento correto ou perder essa oportunidade para revisar tudo antes de liberar o conteúdo. Ficarei mais atento para não cometer esses erros. Abraços.

  • Ricardo
    Parabéns pelo seu trabalho.
    Como sugestão gostaria de ver uma matéria sobre o estado de abandono de vários imóveis desapropriados nas futuras estações da linha 2 (trecho vila prudente a guarulhos). Muito lixo e invasores em algumas destas areas. Incrível a falta de planejamento desta obra.

  • Ricardo
    Parabéns pelo seu trabalho. Acompanho intensamente todos os comentários a respeito da mobilidade urbana na região metropolitana.
    Só tem algo que nunca vi ser comentado por aqui. Refere-se ao fato da companhia do Metro, por questão de estatuto, não poder operar em cidades fora da capital. Neste caso os serviços ficaram a cargo da CPTM.
    Assim sendo, a futura linha 18-Bronze do monotrilho não poderia jamais ser operada pelo Metro, por atingir municípios do Grande ABC. Talvez por isso vai ser operada pelo consórcio Vem Abc.
    Acho esta informação de extrema importância, uma vez que tem muito usuário achando que a linha 2 chegará a Guarulhos. Não chegará. Irá somente até a divisa com a capital.
    Um abraço.

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